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exame de sangue

Exame de sangue: saiba tudo sobre

O exame de sangue é extremamente importante para a grande maioria das especialidades médicas. Afinal, ele revela os níveis de cada componente no sangue, alertando se está bom ou não.

O ponto mais solicitado para a avaliação é o hemograma. Ele mostra, principalmente, a quantidade de plaquetas, hemácias e leucócitos no sangue.

Assim, consegue diagnosticar muitas doenças, como alguns tipos de câncer, diabetes, colesterol alto, anemia, etc. Além de conseguir acompanhar se o tratamento está certo ou se há alguma alteração.

Neste conteúdo, saiba como entender todos os pontos de um exame de sangue, para que serve e quando realizá-lo. Continue a leitura.

Leia também: solicitação de exames laboratoriais.

Indicadores que aparecem no exame de sangue

O exame de sangue é muito solicitado por médicos de várias especialidades. Por exemplo ginecologistas, pediatras, endócrinos, nutricionistas, cardiologistas, entre outras.

Ele é um exame simples que consegue detectar todos os componentes do sangue. Assim, após uma avaliação médica, temos um diagnóstico de doenças ou uma avaliação se o tratamento está funcionando.

Check-ups de rotina também possuem o exame de sangue. Já que conseguem ajudar a controlar os níveis de substâncias no organismo.

Só para ilustrar, o exame detecta a quantidade de açúcar no sangue. Dessa forma, se repetirmos o processo rotineiramente, podemos avaliar se está subindo ou descendo. Então, caso aumente, já começar a controlar a ingestão para não se tornar diabetes.

Confira os principais indicadores.

Hemograma

O hemograma revela as células do sangue, que são responsáveis por transportar glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas. Assim, se houver alteração, é possível diagnosticar infecções, anemia ou câncer, por exemplo.

Os glóbulos brancos são nossas células de defesa. Por isso. quando estão num nível mais alto indicam um processo de infecção no corpo. E quando estão baixo, a imunidade cai, ficando sujeito à doenças.

Os vermelhos se dividem entre macrócitos e hemoglobina. Portanto, é através da sua medicação que vem o diagnóstico de doenças renais, anemia ou deficiência de ferro.

Já as plaquetas fazem a coagulação do sangue, impedindo que ocorra hemorragia. Mas, níveis altos podem indicar tendências a desenvolver coágulos e, consequentemente, trombose ou embolia pulmonar. E níveis baixos deixam o corpo suscetível a sangramentos.

Colesterol

O colesterol é uma gordura produzida pelo fígado, que fabrica hormônios e vitaminas. Existem três tipos dele:

  • HDL: mais conhecido como o “colesterol bom”, que remove o “ruim” do sangue, prevenindo o acúmulo nos vasos. Por isso, é bom ter níveis elevados dele;
  • LDL e VLDL: são “colesterol ruim”, que obstruem o fluxo normal do sangue nos vasos, podendo causar infarto.

Essas substâncias devem ser sempre acompanhadas de uma avaliação médica, pois podem causar doenças muito graves. Além disso, devem ser analisadas na proporção de cada um no organismo, e observar seus níveis periodicamente.

Triglicerídeos

Também são um tipo de gordura, produzida tanto pelo corpo quanto obtida por alimentos. E, por isso, acompanhar seus níveis é muito importante para evitar doenças cardíacas ou inflamação no pâncreas.

Glicemia

A glicemia mede o nível de glicose no sangue, ou seja, o açúcar. Assim, observando o aumento ou diminuição é possível diagnosticar um pré-diabetes ou diabetes.

Esse exame necessita de jejum de, no mínimo, 8 horas antes do exame. Dessa forma, as chances de dar um falso-positivo são bem menores.

É preciso sempre passar pelo seu médico para que ele interprete os resultados. Porém, a pré-diabetes significa que a taxa de glicose está entre 100 e 125mg/dl. Já o diabetes é acima de 126mg/dl.

TSH e T4 livre

Esses são hormônios que regulam o funcionamento da tireoide. Quando não funcionam direito, podem causar o hipotireoidismo ou hipertireoidismo.

  • Hipotireoidismo: alto nível de TSH – acima de 10mU/L – e baixo de T4 livre;
  • Hipertireoidismo: baixo TSH e alto T4 livre;
  • Hipófise: TSH e T4 livre elevados;
  • Hipertireoidismo central: TSH e T4 livre baixos.

Ureia e creatinina

Essas duas substâncias avaliam o funcionamento dos rins. Dessa forma, se há acúmulo delas no sangue, é provável que esse órgão não esteja funcionando direito.

Níveis elevados de ureia e creatinina podem indicar insuficiência renal (crônica ou aguda). Porém, é necessário que um médico faça a avaliação do exame. Bem como da sua rotina, para determinar um diagnóstico ou solicitar mais exames.

Como é feito o exame de sangue?

Como o exame de sangue é utilizado por diversas especialidades para determinar um diagnóstico, ou apenas avaliar a saúde dos pacientes, ele é muito solicitado. Por isso, há uma periodicidade na sua realização. Mas sempre com um acompanhamento médico para “traduzir” os resultados.

Para realizá-lo, a pessoa pode precisar estar em jejum. Mas irá depender das substâncias que o médico solicitou análise.

Não há nenhuma contraindicação para ser feito. Porém, alguns remédios de uso contínuo devem ser evitados antes. Para saber se esse é seu caso, consulte seu médico.

Ele é um exame rápido, que dura no máximo 10 minutos. Após a coleta, você estará livre para voltar a sua rotina nutritiva.

Quando realizar exame de sangue?

O médico que solicitará esse exame. Ele irá pedir quais substâncias do sangue deseja analisar. Após, poderá interpretar de maneira correta, levando em consideração seu quadro completo de saúde.

A Consultare realiza os mais diversos tipos de exame de sangue. Com preços que cabem no seu bolso, equipe qualificada e não é preciso agendamento!

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Vacina Protege contra Onde encontrar Meningocócica C (conjugada) Meningococo do sorogrupo C SUS e rede privada Meningocócica ACWY (conjugada) Meningococos A, C, W e Y SUS (12 meses e 11–14 anos) e rede privada Meningocócica B (recombinante) Meningococo do sorogrupo B Somente rede privada Pneumocócica conjugada Streptococcus pneumoniae (pneumococo) SUS e rede privada Hib (dentro da pentavalente) Haemophilus influenzae tipo b SUS e rede privada Nenhuma delas protege contra a meningite viral, que é a forma mais comum e, em geral, mais branda. Algumas vacinas de rotina, no entanto, reduzem indiretamente o risco de meningite viral por prevenir as doenças que podem evoluir para ela, como caxumba, sarampo e catapora, por exemplo. Qual a diferença entre meningocócica C, ACWY e B? A diferença é a quantidade de sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis que cada uma cobre. A meningocócica C protege contra um sorogrupo. A ACWY protege contra quatro (A, C, W e Y) é a de maior espectro. 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