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Vacinação. Queda na vacinação é sinal de alerta

Queda na vacinação é sinal de alerta

O número de vacinação no Brasil vem diminuindo e isso é um sinal de alerta. O Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participaram do lançamento do relatório “Situação Mundial da Infância 2023: Para cada criança, vacinação” pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que faz um alerta para a urgência da retomada das coberturas vacinais que, entre 2019 e 2021, diminuíram em 112 países.

De acordo com dados do relatório, 1,6 milhão de crianças no Brasil não receberam nesse período nenhuma dose da vacina DTP, que previne contra difteria, tétano e coqueluche – a mesma quantidade em relação à vacina contra pólio.

Nísia Trindade, ministra da Saúde, acredita que o negacionismo tem forte influência nesses dados. “Atualmente, o Brasil conta com uma cobertura vacinal das mais baixas da sua história desde a criação do Programa Nacional de Imunizações. Já tivemos 95% de cobertura em relação a vacinas como a da poliomielite, e agora não chegamos a 60% de crianças vacinadas. Esse quadro tem que mudar.”, afirmou a ministra.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a taxa de imunização contra sarampo, caxumba e rubéola (Tríplice Viral D1) caiu de 93,1%, em 2019, para 71,49%, em 2021.

Além disso, a taxa de vacinação contra poliomielite caiu de 84,2%, em 2019, para 67,7%, em 2021. E, com isso, o Brasil fica entre os dez países com a menor cobertura vacinal. Assim, com um número reduzido de crianças sem a imunização, aumenta a exposição de doenças que antes já estavam erradicadas. Como o sarampo, que voltou em 2018.

O levantamento apontou ainda que as crianças não vacinadas vivem frequentemente em comunidades mais pobres, de difícil acesso, como zonas rurais ou favelas urbanas. “Essas crianças foram deixadas para trás, ficando desprotegidas de doenças sérias e evitáveis.

As crianças nascidas pouco antes ou durante a pandemia agora estão ultrapassando a idade em que normalmente seriam vacinadas, ressaltando a necessidade de uma ação urgente para alcançar aquelas que perderam as vacinas e prevenir surtos e a volta de doenças”, explica Youssouf Abdel-Jelil, representante do UNICEF no Brasil.

 

Queda na vacinação

A Organização das Nações Unidas (ONU) explica que a redução do número de vacinação durante a pandemia aconteceu em todo o mundo. Porém, com a queda das internações, essa taxa voltou a subir em vários países.

Isso porque, com a interrupção dos serviços de saúde e o medo de sair de casa, inúmeras crianças ficaram sem acesso às imunizações rotineiras. Visto que as crianças na primeira infância recebem vacinas contra mais de 17 doenças.

Sem essa proteção, as doenças podem se propagar mais facilmente. Levando a surtos em diferentes regiões, e a volta dos vírus e bactérias já erradicados.

É o que vemos com a poliomielite. Esse vírus não circulava no país há 32 anos, e voltou a assombrar pela baixa cobertura vacinal. 

O Ministério da Saúde tem como meta vacinar 95% das crianças de zero a cinco anos. Mas, durante a campanha, só chegou a apenas 70%.

Assim, é preciso ter o esquema vacinal completo para cada idade. Dessa forma, o país conseguirá frear essa doença, que além do grande risco da paralisia, pode levar a óbito.

Outra doença que está assombrando é a meningite. Isso porque, estão acontecendo alguns surtos deste vírus pelo país. Inclusive de casos mais graves, que levaram à morte.

Segundo o Ministério da Saúde, a aplicação da vacina meningocócica C caiu, em apenas cinco anos, de 87,4% para 47%. O que trouxe grande preocupação não só para as crianças, mas para os adultos.

A meningite também é uma doença muito perigosa, que pode evoluir em poucas horas. Chegando a causar sequelas ou até óbito.

Prevenção

Com essas doenças em alta, médicos e especialistas reforçam a recomendação de se vacinar. Essa é a forma mais eficaz de se proteger contra os vírus, além de evitar a transmissão também.

Todos os anos, mais de 40 países e territórios das Américas reúnem-se em abril para vacinar as suas populações, fazendo um esforço especial para chegar às pessoas que podem não ter acesso regular aos serviços de saúde, incluindo povos indígenas, migrantes, populações de fronteira e pessoas que vivem nas periferias. Mas a vacinação deve ser uma prática e medida de saúde constante.

Com o tema “Mantenha-se em dia #CadaVacinaConta”, a SVA  2023 tem o objetivo de preencher as lacunas de cobertura vacinal contra doenças imunopreveníveis. Além disso, é bem certo que muitos de nós ainda não se recuperou do “medo da covid” e com esse período de frio chegando, ninguém quer nem mesmo gripar.

De forma responsável e coletiva, precisamos nos lembrar que: “As doenças podem voltar a se espalhar rapidamente, por isso é importante que cada um de nós assuma a responsabilidade de reconquistar e manter as coberturas de vacinação de rotina em dia, garantindo que todas as pessoas, crianças e adultos, tenham acesso às vacinas necessárias para prevenir doenças evitáveis por imunização”.

Outono Inverno e os cuidados com a GRIPE

Quando as temperaturas caem temos uma onda no aumento de casos de gripe, rinite, sinusite, especialmente em pessoas com mais idade e crianças. Aumentar a imunização e adotar cuidados mais recorrentes de higienização e saúde são fundamentais.

As vacinas da gripe auxiliam muito fortemente no combate aos vírus e bactérias responsáveis por essas enfermidades. A imunização evita milhares de hospitalizações todos os anos no Brasil. 

Veja alguns dos benefícios e vantagens de se vacinar contra a gripe:

1- As vacinas contra a gripe têm mostrado reduzir o risco de doença gripal, hospitalização e morte;
2- A vacina contra a gripe previne milhões de casos de doenças e consultas médicas relacionadas à gripe todos os anos. A vacina contra a gripe reduz de 40-60% a procura por atendimento médico nesse período;
3- A vacinação contra a gripe reduz o risco de hospitalização associada à gripe para crianças, adultos em idade produtiva e idosos;
4- A vacinação contra a gripe é uma importante ferramenta de prevenção para pessoas com condições crônicas de saúde;
5- A vacinação contra a gripe tem demonstrado em vários estudos reduzir a gravidade da doença em pessoas que são vacinadas, mas mesmo assim ficam doentes;
6- A vacinação reduz pela metade o risco de infecção respiratória aguda associada à gripe em mulheres grávidas;
7- Ser vacinado também pode proteger as pessoas ao seu redor, incluindo aquelas que são mais vulneráveis a doenças graves de gripe, como bebês e crianças pequenas, pessoas mais velhas e pessoas com certas condições crônicas de saúde.

A vacina quadrivalente (tetravalente) promove a imunização ativa contra 4 cepas do vírus Influenza (dois subtipos A e dois subtipos B) e induz a produção de anticorpos que neutralizam os vírus Influenza.

Sua composição é ajustada anualmente, ou seja: uma vez por ano, um grupo de especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) se reúne para analisar os dados epidemiológicos e definir a composição para o próximo período.

As taxas de proteção pós-vacinação são de aproximadamente 96,6% contra AH1N1, 98,0% contra AH3N2, 97,3% contra B (Victoria) e 99,2% contra B (Yamagata). É importante ressaltar que a vacina não causa gripe, pois utiliza vírus inativados.

Se você mora em Campinas e região, a Consultare oferece diversas vacinas por um preço acessível. Assim, você conta com os melhores imunizantes, profissionais extremamente qualificados, possibilidade de vacina domiciliar e, ainda, métodos para distrair os pequenos.

A vacina contra gripe tetravalente pode ser encontrada nas Unidades da Consultare Campinas. Não espere mais. Cuida da saúde agora. Agende um horário em uma de nossas unidades e tome a vacina da gripe tetravalente em Campinas.

Fique em dia com a sua saúde e de seus familiares. A vacinação é um cuidado consigo mesmo.

Venha até uma de nossas unidades (Cambuí/Centro e Campinas Shopping) e não deixe de se vacinar!

Vamos erradicar esses vírus juntos!

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Holter, MAPA, ECG e ecocardiograma: entenda as diferenças

Holter, MAPA, eletrocardiograma (ECG) e ecocardiograma aparecem com frequência nos pedidos médicos para avaliar a saúde do coração. Os nomes podem confundir, mas cada exame observa uma parte diferente do funcionamento cardiovascular.O eletrocardiograma registra a atividade elétrica do coração durante alguns instantes. O Holter faz esse registro por várias horas. O MAPA acompanha a pressão arterial ao longo do dia e da noite. Já o ecocardiograma usa ultrassom para mostrar a estrutura e o movimento do coração.Conhecer essas diferenças ajuda a entender por que o médico pode solicitar mais de um exame. Veja como cada um funciona e em quais situações costuma fazer parte da avaliação. Holter, MAPA, ECG e ecocardiograma: qual a diferença? Visão geral dos exames cardiológicos Exame O que avalia Como funciona Duração aproximada ECG Atividade elétrica e ritmo do coração Eletrodos colocados sobre a pele Poucos minutos Holter Ritmo e atividade elétrica ao longo do dia Aparelho portátil conectado a eletrodos Geralmente 24 horas MAPA Variações da pressão arterial Medições automáticas por manguito Geralmente 24 horas Ecocardiograma Estrutura e funcionamento do coração Ondas de ultrassom Normalmente, alguns minutos Esses exames fornecem informações complementares. Por isso, é comum que dois ou mais façam parte da mesma investigação cardiológica. O que é eletrocardiograma (ECG)? O eletrocardiograma registra a atividade elétrica do coração. Pequenos eletrodos são posicionados em determinadas regiões do corpo e conectados ao equipamento. Os impulsos elétricos são transformados em um traçado, que será analisado pelo profissional responsável. Para que serve o eletrocardiograma? O ECG ajuda a avaliar a frequência e o ritmo cardíaco, a condução elétrica, diferentes tipos de arritmia e alterações relacionadas ao músculo cardíaco. O registro dura poucos minutos. Se uma alteração acontece apenas de vez em quando, ela pode não aparecer durante o exame. Nessa situação, o médico pode recorrer a um monitoramento mais longo, como o Holter. O que é Holter 24 horas? O Holter registra a atividade elétrica cardíaca por um período prolongado. Eletrodos colocados no tórax ficam ligados a um aparelho portátil enquanto o paciente realiza boa parte de suas atividades habituais. Para que serve o Holter? O exame costuma ser solicitado quando há suspeita de uma alteração do ritmo cardíaco que pode não aparecer em um ECG convencional. A avaliação pode incluir situações como: palpitações ou sensação de coração acelerado; falhas percebidas nos batimentos; tontura, desmaio ou quase desmaio; suspeita ou acompanhamento de arritmias; avaliação da resposta a determinados tratamentos. A decisão de pedir o exame depende da avaliação médica. ECG ou Holter: qual é a diferença? Os dois registram a atividade elétrica do coração. A diferença está no tempo de observação. O ECG mostra o que acontece durante poucos minutos, enquanto o Holter acompanha o ritmo por várias horas, geralmente durante 24 horas. Uma pessoa pode sentir palpitações duas ou três vezes ao dia e estar sem sintomas no momento do ECG. Como o Holter permanece mais tempo com o paciente, aumenta a possibilidade de registrar o ritmo durante um desses episódios. O que é MAPA 24 horas? MAPA é a sigla de Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial. O exame acompanha a pressão por aproximadamente 24 horas e não registra o ritmo elétrico do coração. Um manguito semelhante ao aparelho usado no consultório é colocado no braço e ligado a um pequeno monitor. As medições são feitas automaticamente em intervalos programados, inclusive durante o sono. Para que serve o MAPA? Conforme o quadro do paciente, o MAPA pode ajudar a investigar ou acompanhar: suspeita de hipertensão arterial; pressão elevada somente durante consultas, a chamada “hipertensão do jaleco branco”; variações importantes da pressão; comportamento da pressão durante o sono; tratamento da hipertensão; episódios de queda da pressão. As várias medições mostram como a pressão se comporta na rotina, algo que uma medida isolada no consultório não consegue registrar. MAPA e Holter são a mesma coisa? Não. O Holter acompanha o ritmo cardíaco e o MAPA mede a pressão arterial. Comparação entre Holter e MAPA Holter 24h MAPA 24h Registra a atividade elétrica cardíaca Mede a pressão arterial Utiliza eletrodos no tórax Utiliza manguito no braço Ajuda a investigar arritmias Mostra as variações da pressão Pode registrar palpitações e mudanças do ritmo Faz medições durante o dia e a noite O médico pode solicitar os dois exames quando precisa avaliar o ritmo cardíaco e o comportamento da pressão no mesmo período. O que é ecocardiograma? O ecocardiograma usa ondas de ultrassom para produzir imagens do coração em movimento. Ele permite observar estruturas cardíacas e analisar características do funcionamento cardiovascular. Para que serve o ecocardiograma? As imagens podem mostrar o tamanho das cavidades cardíacas, o funcionamento das válvulas, o movimento das paredes do coração, a capacidade de contração e o fluxo sanguíneo. Existem diferentes modalidades de ecocardiograma. O médico define qual delas atende melhor à investigação. ECG ou ecocardiograma: qual a diferença? Comparação entre ECG e ecocardiograma Eletrocardiograma (ECG) Ecocardiograma Analisa a atividade elétrica Produz imagens do coração Utiliza eletrodos Utiliza ultrassom Avalia o ritmo e a condução elétrica Avalia a estrutura e o funcionamento Não produz imagens anatômicas Permite visualizar estruturas cardíacas Uma maneira prática de guardar a diferença é associar o ECG à atividade elétrica e o ecocardiograma às imagens do coração. Qual exame pode fazer parte da avaliação? Suspeita de arritmia O eletrocardiograma registra o ritmo durante alguns minutos. Quando os sintomas aparecem de forma ocasional, o médico pode solicitar o Holter 24 horas para observar um período maior. Pressão alta O MAPA foi desenvolvido para acompanhar a pressão arterial por várias horas. As medições feitas durante o dia e o sono ajudam a identificar padrões e a verificar o controle da pressão durante o tratamento. Estrutura do coração O ecocardiograma mostra cavidades, válvulas, paredes do coração, contração e fluxo sanguíneo por meio de ultrassom. Escolha do exame A escolha depende dos sintomas, do histórico e do que o médico precisa investigar. Situações avaliadas e exames relacionados Situação a investigar Exame que pode fazer parte da avaliação Ritmo cardíaco naquele momento ECG Palpitações ou arritmias ocasionais Holter

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Ultrassom em Campinas: preparo, tipos, valores e principais dúvidas

Precisa fazer um ultrassom em Campinas, mas não sabe se deve estar em jejum, tomar água ou chegar com a bexiga cheia? Essa é uma dúvida muito comum, e a resposta depende do tipo de ultrassonografia solicitado. Errar o preparo é, inclusive, um dos motivos mais frequentes de remarcação de exame. O ultrassom, também chamado de ultrassonografia ou ecografia, é um dos exames de imagem mais utilizados na medicina. Ele pode auxiliar na avaliação de órgãos, tecidos, vasos sanguíneos, músculos, tireoide, mamas, aparelho urinário e também no acompanhamento da gestação. Neste guia, você vai entender: Como se preparar para os principais tipos de ultrassom; Se o seu exame precisa de jejum ou bexiga cheia; As diferenças entre ultrassom convencional, transvaginal, obstétrico e com Doppler; Quanto custa um ultrassom em Campinas; Onde fazer o exame com praticidade na cidade.   O que é o ultrassom? A ultrassonografia é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para produzir imagens das estruturas internas do organismo. Diferentemente de exames como radiografia e tomografia computadorizada, o ultrassom convencional não utiliza radiação ionizante. Durante o procedimento, um aparelho chamado transdutor é posicionado na região que será examinada. As informações captadas são transformadas em imagens que o profissional visualiza durante o exame. Dependendo da região investigada, o ultrassom pode ajudar na avaliação de: Abdômen; Fígado e vesícula; Rins e vias urinárias; Tireoide; Mamas; Útero e ovários; Próstata; Músculos e tecidos superficiais; Vasos sanguíneos; Gestação e desenvolvimento fetal.   Por isso, existem diferentes tipos de ultrassom, cada um com finalidade e preparo específicos.   Precisa de preparo para fazer ultrassom? Depende do exame. Essa é provavelmente a informação mais importante antes de realizar uma ultrassonografia. Alguns exames podem exigir jejum, outros podem precisar que o paciente esteja com a bexiga cheia, enquanto determinados ultrassons não necessitam de preparação especial. Tipo de ultrassom Preparo pode incluir Ultrassom de abdome total Jejum e/ou outras orientações Ultrassom de abdome superior Pode exigir jejum Ultrassom do aparelho urinário Pode exigir bexiga cheia Ultrassom pélvico abdominal Pode exigir bexiga cheia Ultrassom de próstata via abdominal Pode exigir bexiga cheia Ultrassom transvaginal Geralmente realizado com bexiga vazia Ultrassom obstétrico Varia conforme a fase da gestação e a técnica Ultrassom morfológico Geralmente não exige preparo especial Ultrassom de tireoide Geralmente não exige preparo especial Ultrassom de mamas Geralmente não exige preparo especial Ultrassom Doppler Depende da região examinada Importante: essa tabela é apenas uma orientação geral. O preparo pode mudar conforme o protocolo, o tipo exato de exame e a condição clínica do paciente. Siga sempre as instruções fornecidas pela clínica no momento do agendamento.   Ultrassom abdominal precisa de jejum? Em muitos casos, sim. O ultrassom abdominal avalia diferentes estruturas da região do abdômen e pode exigir algumas horas de jejum, porque alimentos e gases presentes no sistema digestivo podem dificultar a visualização de determinadas estruturas. O ultrassom de abdome total pode avaliar fígado, vesícula biliar, rins, baço, pâncreas e outras regiões abdominais. O ultrassom de abdome superior concentra a investigação na parte superior do abdômen. Como os protocolos podem variar, não faça jejum por conta própria. Confirme o preparo exato informado para o exame que consta no seu pedido médico.   Precisa beber água antes do ultrassom? Para alguns tipos de ultrassonografia, sim. Exames que avaliam estruturas pélvicas e urinárias podem precisar de uma bexiga adequadamente cheia para facilitar a visualização, por exemplo: Ultrassom do aparelho urinário; Ultrassom pélvico abdominal; Ultrassom de próstata por via abdominal; Alguns ultrassons realizados no início da gestação.   A quantidade de água e o tempo necessário antes do exame podem variar. Por isso, ao marcar seu ultrassom em Campinas, pergunte diretamente: “Meu exame precisa de jejum ou bexiga cheia?” Essa simples confirmação evita chegar despreparado e ter que remarcar o procedimento.   Ultrassom transvaginal precisa de preparo? O ultrassom transvaginal é muito utilizado na avaliação dos órgãos pélvicos femininos, como útero e ovários. Diferentemente de alguns exames realizados pela via abdominal, o transvaginal normalmente é feito com a bexiga vazia, conforme orientação do serviço. O exame pode ser solicitado para investigar ou acompanhar alterações no útero e ovários, sangramentos, dor pélvica e outras condições ginecológicas. Também existe o ultrassom transvaginal com Doppler, usado quando é necessário complementar a avaliação do fluxo sanguíneo.   Ultrassom obstétrico precisa de preparo? Depende principalmente do tipo de ultrassom e da fase da gestação. No início da gravidez, dependendo da técnica utilizada, pode haver orientação específica relacionada à bexiga. Entre os principais exames durante a gestação estão: Ultrassom obstétrico do primeiro trimestre: ajuda a acompanhar o início da gestação e avaliar localização, idade gestacional e desenvolvimento embrionário. Ultrassom obstétrico convencional: utilizado no acompanhamento da gestação e do desenvolvimento do bebê. Translucência nucal: realizada em período específico da gestação para avaliação de marcadores fetais. Ultrassom morfológico: exame mais detalhado da anatomia fetal, realizado em períodos específicos conforme indicação obstétrica. Ultrassom obstétrico com Doppler: além das imagens convencionais, permite avaliar características do fluxo sanguíneo materno e fetal.   A orientação exata sobre o exame e o período adequado deve ser sempre fornecida pelo obstetra responsável pelo pré-natal.   Ultrassom e ultrassonografia são a mesma coisa? Sim. Na prática, ultrassom, ultrassonografia e ecografia são termos utilizados para se referir ao mesmo princípio de exame de imagem. Por isso, ao pesquisar “ultrassom Campinas”, “ultrassonografia Campinas” ou “clínica de ultrassom em Campinas”, você está procurando essencialmente pelo mesmo serviço.   O que é ultrassom com Doppler? O ultrassom com Doppler acrescenta informações sobre o fluxo sanguíneo à avaliação ultrassonográfica. Dependendo da indicação médica, pode ser utilizado para analisar vasos e circulação em diferentes regiões do organismo, em modalidades como: Doppler de carótidas e vertebrais; Doppler arterial; Doppler venoso; Doppler de artérias renais; Doppler obstétrico; Ultrassom transvaginal com Doppler; Doppler de órgãos ou estruturas específicas.   Por isso, ultrassom convencional e ultrassom com Doppler não são necessariamente o mesmo exame. Verifique exatamente qual modalidade aparece no seu pedido médico antes de agendar.   Quanto custa um ultrassom em Campinas? O preço do ultrassom

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Endoscopia em Campinas

Endoscopia em Campinas: indicações, preparo e preço

Azia frequente, queimação, refluxo, dor no estômago ou dificuldade para engolir são sintomas que merecem atenção. Dependendo da avaliação médica, a endoscopia digestiva alta pode ser solicitada para investigar a origem desses desconfortos. Se você procura endoscopia em Campinas, este guia explica para que serve o exame, quando ele pode ser indicado, como funciona o preparo e quais são os valores informados pela Clínica Consultare. Neste artigo, você vai entender: o que é e para que serve a endoscopia; quais sintomas podem levar à indicação do exame; como o procedimento é realizado; qual é o preparo necessário; quanto custa uma endoscopia em Campinas. O que é endoscopia digestiva alta? A endoscopia digestiva alta é um exame que permite visualizar diretamente a parte superior do aparelho digestivo. Durante o procedimento, o médico utiliza um aparelho fino e flexível, chamado endoscópio, equipado com uma pequena câmera. Com ele, é possível avaliar: Esôfago; Estômago; Duodeno, a primeira parte do intestino delgado. As imagens são transmitidas em tempo real para um monitor. Quando necessário, o médico também pode retirar pequenos fragmentos de tecido para análise laboratorial  procedimento conhecido como biópsia. Quando a endoscopia pode ser indicada? A endoscopia não precisa ser realizada rotineiramente por todas as pessoas. A indicação depende dos sintomas, da idade, do histórico clínico, dos fatores de risco e da avaliação médica. Sintoma ou situação Por que pode ser investigado Azia ou refluxo persistente Pode estar relacionado a alterações no esôfago Dor ou queimação no estômago Pode exigir avaliação do estômago e do duodeno Dificuldade ou dor para engolir Pode justificar investigação do esôfago Náuseas ou vômitos persistentes Podem requerer investigação do trato digestivo superior Anemia ou sangramento sem causa esclarecida Necessita avaliação médica e pode demandar investigação endoscópica Acompanhamento de alterações anteriores Pode ser solicitado para controle de determinadas condições A presença desses sintomas não confirma uma doença e não significa que todas as pessoas precisarão fazer o exame. A necessidade deve ser determinada por um médico. Quais condições a endoscopia pode ajudar a identificar? Ao permitir a visualização da mucosa do aparelho digestivo, o exame pode contribuir para o diagnóstico ou acompanhamento de diferentes condições, entre elas: Gastrite: inflamação da mucosa do estômago. Refluxo gastroesofágico e esofagite: o exame pode mostrar alterações no esôfago relacionadas ao refluxo. Úlcera gástrica ou duodenal: permite visualizar lesões e, quando indicado, coletar material para análise. Hérnia de hiato: ocorre quando parte do estômago se desloca através do diafragma. Helicobacter pylori (H. pylori): em determinados casos, amostras podem ser coletadas durante o exame para investigação. Pólipos e outras lesões: a endoscopia também permite identificar alterações na mucosa do trato digestivo superior. Tenho muita azia. Preciso fazer endoscopia? Nem toda pessoa com azia precisa fazer uma endoscopia imediatamente. O médico pode avaliar inicialmente a frequência dos sintomas, os hábitos alimentares, o histórico clínico e a resposta ao tratamento. No entanto, sintomas persistentes ou acompanhados de sinais de alerta podem justificar uma investigação mais detalhada. Evite usar medicamentos por conta própria durante longos períodos: procure avaliação profissional. Sinais que merecem atenção dificuldade progressiva para engolir; vômitos persistentes ou com sangue; fezes muito escuras ou com sangue; anemia sem causa esclarecida; perda de peso sem explicação; dor abdominal persistente; piora progressiva dos sintomas. Esses sinais não confirmam uma doença específica, mas reforçam a importância de procurar atendimento médico. Como é feita a endoscopia? Na endoscopia digestiva alta, o endoscópio é introduzido cuidadosamente pela boca e passa pelo esôfago até alcançar o estômago e o duodeno. A câmera do aparelho transmite as imagens para o médico em tempo real. O exame costuma ser realizado com sedação, o que ajuda a proporcionar mais conforto. A equipe acompanha o paciente durante todo o procedimento e, depois, ele permanece em recuperação até receber a liberação do serviço. Endoscopia dói? Como o procedimento geralmente é feito com sedação, muitos pacientes não percebem sua realização ou relatam apenas pouco desconforto. Após o exame, podem ocorrer temporariamente: irritação na garganta; gases ou leve distensão abdominal; sonolência relacionada à sedação. Quanto tempo dura? O procedimento em si costuma ser rápido, mas é importante considerar todo o período de atendimento: cadastro, preparação, avaliação, sedação, realização do exame e recuperação. Por isso, reserve mais tempo do que apenas os minutos do procedimento. Como se preparar para a endoscopia? O preparo é essencial para que o médico visualize o estômago adequadamente e realize o exame com segurança. Normalmente, é necessário fazer jejum, mas o período exato e as regras sobre alimentos, líquidos e medicamentos variam conforme o serviço e as condições clínicas do paciente. Atenção aos medicamentos Informe à equipe se você usa anticoagulantes, antiagregantes, medicamentos para diabetes, insulina, medicamentos que interferem no esvaziamento gástrico ou qualquer outro remédio de uso contínuo. Não suspenda medicamentos por conta própria. É necessário levar acompanhante? Quando há sedação, normalmente é necessário comparecer com um acompanhante adulto responsável. O paciente não deve dirigir após receber sedativos. Confirme todas as orientações no momento do agendamento. É possível fazer biópsia durante o exame? Sim. Se o médico identificar uma área que precise de avaliação mais detalhada, pequenas amostras podem ser retiradas e encaminhadas para análise anatomopatológica. A necessidade depende dos achados do exame. Quanto custa uma endoscopia em Campinas? O preço pode variar conforme a clínica, o tipo de procedimento e a necessidade de serviços adicionais. Exame Valor a partir de* Endoscopia Digestiva Alta R$ 433,00* Colonoscopia R$ 849,00* *Valores consultados em agosto de 2026 e sujeitos a alteração. Procedimentos adicionais, biópsias, exames anatomopatológicos, medicamentos ou outras necessidades podem ter cobrança específica. Confirme as condições e o valor atualizado no momento do agendamento. Ao pesquisar “endoscopia preço Campinas” ou “endoscopia particular em Campinas”, avalie não apenas o preço, mas também as orientações oferecidas, a estrutura disponível e o que está incluído no valor. Endoscopia e colonoscopia são a mesma coisa? Não. Embora ambos sejam exames endoscópicos, eles analisam regiões diferentes do aparelho digestivo. Endoscopia Digestiva Alta Colonoscopia Avalia o trato digestivo superior Avalia principalmente o intestino grosso Examina esôfago, estômago e duodeno Examina

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