Baixa imunidade: o que é e como solucionar esse problema?

Cansaço, resfriados e infecções frequentes podem ser sinais de uma imunidade em queda. Mas afinal, você sabe o que é baixa imunidade?

Embora algumas pessoas pensem que se trata de uma doença, a baixa imunidade na verdade é uma condição do nosso organismo em que o sistema imune se encontra fraco.

E justamente por isso os problemas de saúde surgem com mais frequência, como as gripes, dores de garganta, infecções na pele e até mesmo herpes.

Por isso, é importante cuidar do seu sistema imunológico, afinal, ele é o responsável por proteger todo o nosso corpo de agentes externos que oferecem perigo.

E como todas as pessoas podem desenvolver essa condição, nós preparamos esse artigo completo sobre o tema, para que você entenda melhor o que é baixa imunidade, quais seus sintomas, riscos e como aumentá-la.

Vem com a gente!

O que é a imunidade baixa e como ela ocorre?

Para entender o que é baixa imunidade, é preciso primeiro entender sobre o sistema imunológico.

Ele é o responsável por proteger o nosso organismo e defender o nosso corpo, impedindo que doenças e infecções apareçam.

Assim, quando o sistema imunológico fica fraco, a nossa saúde e disposição sofrem impactos, nos levando a baixa imunidade.

Então, respondendo a dúvida sobre o que é baixa imunidade, podemos dizer que ela se trata de quando o nosso corpo fica fraco e mais suscetível a problemas de saúde, como a gripe, febre, dores de garganta, infecções e afins.

A baixa imunidade começa a mostrar os seus sinais com a indisposição e cansaços frequentes.

E os fatores que levam uma pessoa a essa queda da imunidade podem ser os mais diversos possíveis, indo desde a idade e metabolismo, até a genética ou alimentação.

Quais são os sintomas de imunidade baixa?

Entre os principais sinais e sintomas de imunidade baixa, podemos destacar:

  • infecções, como herpes e amigdalite;
  • doenças comuns que se estendem por muito tempo, como a gripe;
  • febre e calafrios recorrentes;
  • olhos secos com frequência;
  • cansaço em excesso;
  • náuseas e vômitos;
  • surgimento de manchas na pele, de cor vermelha ou branca;
  • diarréia por duas semanas ou mais;
  • queda de cabelo.

Quais são os riscos que ela pode trazer?

Como o sistema imunológico é o responsável por defender o nosso organismo, o principal risco da imunidade baixa é ficar desprotegido de problemas de saúde.

Então, uma pessoa com baixa imunidade corre riscos de ficar doente com mais frequência, apresentar sintomas mais acentuados e também demora mais tempo para se curar.

Por exemplo, um indivíduo com baixa imunidade e que não busca por meios de aumentá-la, costuma ficar gripado diversas vezes ao ano e demora para se curar de cada gripe, tendo sempre sintomas mais severos.

Ou seja, de maneira geral, a baixa imunidade nos deixa mais expostos e com nossa saúde em risco.

Como cuidar da imunidade?

Compreendendo melhor o que é baixa imunidade, quais os seus sintomas e riscos, é hora de ficar por dentro de como se cuidar para evitá-la. Confira abaixo!

Alimentação saudável

A imunidade pode ser cuidada com uma boa alimentação, repleta de frutas com vitaminas e iogurte natural.

Mais adiante, apresentamos uma lista com os principais alimentos que ajudam a manter a imunidade alta. Siga a leitura para conferir!

Prática de atividades físicas

Os exercícios físicos também ajudam a combater a baixa imunidade

Isso porque eles aumentam a circulação de serotonina no organismo, levando bem-estar às células do seu corpo.

Bons hábitos de higiene

Uma boa higiene está relacionada indiretamente ao sistema imunológico.

Afinal, hábitos higiênicos, como lavar as mãos antes das refeições e depois de ir ao banheiro, previnem infecções e doenças, pois eliminam bactérias e germes das mãos.

Hidrate-se diariamente

Por fim, a hidratação diária também deve ser levada em conta para combater a baixa imunidade.

Ao ingerir líquidos, você tira o excesso de impurezas do seu organismo e previne doenças.

Para saber o quanto de água você deve consumir por dia, de acordo com o seu peso, você pode usar essa calculadora virtual.

Como aumentar a imunidade?

A forma mais eficaz de saber como você pode aumentar a sua imunidade é realizando uma consulta médica.

Somente um especialista poderá te dizer quais os motivos de sua imunidade estar baixa e quais os meios de aumentá-la de acordo com seus problemas em específico.

Para isso, ele provavelmente pedirá alguns exames e então dará um diagnóstico completo da situação do seu organismo.

Algumas dicas básicas que podemos dar, que servem para todas as pessoas, é manter uma alimentação saudável, um sono regulado, praticar exercícios físicos e se hidratar diariamente.

No mais, a regra é marcar uma consulta com um médico, seja online ou presencial, para avaliar o seu caso em especial.

Qual a melhor vitamina para aumentar a imunidade?

A vitamina D é uma das melhores para aumentar a imunidade.

Ela é capaz de fortalecer os ossos e a musculatura do corpo humano, podendo ser encontrada em alimentos como ovo, bacalhau, óleo de fígado e cogumelos secos.

Além disso, a vitamina D se trata de um hormônio que é produzido pelo nosso corpo. Para despertá-lo, basta se expor ao sol sem protetor solar, durante vinte minutos por dia.

Reforçamos que essa exposição solar deve evitar os horários em que a radiação não oferece perigo, ou seja, antes das 10 da manhã e depois das 16h.

E para além da vitamina D, nós destacamos também a vitamina C para aumentar a sua imunidade.

Ela é essencial para combater gripes e resfriados, além de diminuir o colesterol e auxiliar na cicatrização das feridas.

E não para por aí! A vitamina C também é capaz de:

  • preservar a pele, cabelo e unhas;
  • ajudar na saúde ocular;
  • combater o estresse;
  • regular o metabolismo;
  • prevenir doenças cardiovasculares.

Ficou interessado na vitamina C? Então a busque em frutas cítricas, como laranja, abacaxi, acerola e limão. Ou até mesmo em vegetais, como agrião, rúcula, espinafre, lentilha e brócolis.

Alimentos que aumentam a imunidade

Agora você já está craque em o que é baixa imunidade e como combatê-la.

E para ficar mais expert ainda no tema, apresentamos aqui alguns alimentos para aumentar a sua imunidade. Confira:

  • gengibre;
  • alho;
  • iogurte;
  • pimenta;
  • cenoura;
  • frutas cítricas;
  • semente de girassol;
  • geleia real;
  • alimentos ricos em zinco (carne, feijão, ervilha, cereais integrais e afins).

Esclareceu suas dúvidas relacionadas à imunidade baixa? Agende sua consulta para conferir como está a sua imunidade. Aguardamos você! 

Conclusão

Com esse artigo, a nossa missão era te explicar o que é baixa imunidade.

Portanto, esclarecemos que se trata de quando o nosso corpo fica fraco e mais suscetível a problemas de saúde, como a gripe, febre, dores de garganta, infecções e afins.

E para te ajudar a entender se você está com baixa imunidade, apresentamos alguns sintomas comuns, que vão desde gripes que se estendem por longos períodos, até quedas de cabelo e manchas na pele.

No mais, apresentamos diversas dicas de como cuidar de sua imunidade e aumentá-la, sendo a principal delas a realização de uma consulta médica, que pode ser feita online para facilitar a sua vida!

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Por meio dele, o médico avalia os batimentos cardíacos fetais, a idade gestacional, o crescimento, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e as condições da placenta. O exame também permite identificar gestações múltiplas (gêmeos), confirmar que o embrião está implantado dentro do útero, rastrear alterações cromossômicas e malformações e detectar precocemente situações que exigem atenção, como deslocamento de placenta ou gravidez ectópica. Esse diagnóstico precoce é o que torna o ultrassom o exame central do pré-natal: quanto antes uma alteração é identificada, maiores as chances de conduzir a gestação com segurança para a mãe e para o bebê. O aparelho funciona por meio de um transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência. Essas ondas atravessam os tecidos, retornam ao equipamento e são convertidas em imagens em tempo real na tela. Como não utiliza radiação ionizante, é considerado seguro em todas as fases da gravidez. Quando fazer o ultrassom obstétrico? Calendário por trimestre O número de ultrassons é definido pelo obstetra, mas uma gestação de baixo risco costuma incluir de três a cinco exames ao longo dos três trimestres. Cada fase tem um objetivo diferente: 1º trimestre (6ª a 9ª semana) – Ultrassom inicial/transvaginal: confirma a gravidez, localiza o saco gestacional, detecta os batimentos cardíacos e estabelece a idade gestacional com precisão. 1º trimestre (11ª a 14ª semana) – Translucência nucal / morfológico do 1º trimestre: rastreia alterações cromossômicas, como a síndrome de Down, e avalia a formação inicial do bebê. 2º trimestre (20ª a 24ª semana) – Morfológico do 2º trimestre: analisa detalhadamente a anatomia fetal e geralmente revela o sexo do bebê. 3º trimestre (a partir da 28ª–34ª semana) – Ultrassom de crescimento e Doppler: acompanha o ganho de peso do bebê, o líquido amniótico, a placenta e o fluxo sanguíneo do cordão umbilical. Importante: este calendário é uma referência geral baseada em diretrizes da FEBRASGO. O número e o momento dos exames sempre dependem da avaliação individual do seu obstetra, especialmente em gestações de risco. Tipos de ultrassom obstétrico Ultrassom transvaginal (precoce) O ultrassom transvaginal é geralmente o primeiro exame da gestação e oferece imagens muito nítidas nas primeiras semanas. Ele é realizado com um transdutor fino introduzido no canal vaginal, o que aproxima o aparelho do útero e permite visualizar o embrião ainda muito pequeno. É indicado a partir da 5ª–6ª semana e tem três funções principais: confirmar que a gravidez está dentro do útero (descartando gravidez ectópica), identificar se é única ou gemelar e, sobretudo, determinar a idade gestacional com exatidão. Essa datação é fundamental porque a contagem baseada apenas na última menstruação pode estar incorreta em uma parcela significativa dos casos, o que afeta a estimativa da data do parto e a avaliação do crescimento do bebê. 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