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oftalmologista em Campinas

Oftalmologista: a importância de se consultar com um

O oftalmologista é o médico responsável por cuidar da visão. Esse especialista analisa muito mais do que a capacidade de enxergar. Ele também diagnostica e trata alterações nas estruturas internas dos olhos.

Essa parte da medicina abrange um pouco da área clínica, um pouco da cirúrgica e de exames. Assim, durante as consultas, ele realiza alguns testes para poder determinar qualquer doença e/ou desvio.

Continue a leitura deste conteúdo. Você vai saber mais sobre o que faz o oftalmologista, a importância de se consultar com esse especialista e as principais doenças que ele trata. Confira.

Leia sobre check-up médico.

O que um oftalmologista faz?

O olho é um órgão muito complexo. Por isso, ele exige um cuidado especial. Já que é através da visão que processamos a maior parte das informações que recebemos do meio ao nosso redor.

Pelo menos 2,2 bilhões de pessoas sofrem de algum grau de deficiência visual no mundo, segundo o Relatório Mundial sobre a Visão da Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessas, 1 bilhão poderia ter sido evitado ao ter consultas com um oftalmologista regularmente.

Já que nas consultas com o oftalmologista são feitos testes que permitem avaliar a capacidade visual e as outras características ou desvios. Fazendo com que ele seja o responsável por prescrever receitas de óculos, uso de colírios ou até cirurgias.

Mas esse especialista não cuida apenas da visão. Sendo responsável também por toda a estrutura dos olhos, como canal lacrimal e pálpebras.

Por isso, é recomendado passar por uma consulta a cada ano. Pois, só essa especialidade pode realizar consultas rotineiras, prescrever tratamentos, fazer exames simples, complexos e até cirurgias. 

Entretanto, caso sinta algum desconforto ou alteração, procure o médico o mais rápido possível. Principalmente para pessoas de idade avançada, quem já têm algum diagnóstico ou histórico familiar de alguma doença ocular.

E para tratar cada caso, existem algumas subespecialidades dentro da oftalmologia. Como a parte pediatria, plástica ocular, neuro-oftalmologia, oncologia ocular, glaucoma, doenças orbitárias e cirurgia refrativa.

Por que ir ao Oftalmologista?

De acordo com a Agência Brasil, 1 a cada 5 brasileiros, entre 18 e 24 anos, nunca foi ao oftalmologista. E apenas 10% dessa amostra fez uma única consulta na vida.

Isso porque, o funcionamento ocular é muito complexo, e por isso precisa ser tratado com muita atenção. Procurar ajuda dos especialistas para exames de rotina é a melhor opção para prevenir ou detectar precocemente alguma doença.

Além de observar o grau de visão dos pacientes, esse especialista consegue analisar o olho com uma riqueza de detalhes. Isso porque, ele utiliza um aparelho chamado biomicroscópio para aumentar em até 40 vezes a imagem do olho.

Assim, consegue fazer uma avaliação mais precisa sobre a saúde desse órgão. Junto com a análise se o paciente tem alguma dificuldade para enxergar perto ou longe, por exemplo.

Entretanto, se você sentir algum desses sintomas:

  • Coceira ou pressão nos olhos;
  • Diabetes ou hipertensão;
  • Doenças hereditárias;
  • Dificuldade de focar objetos longe ou perto;
  • Visão dupla ou manchas na visão;
  • Dores de cabeça ou atrás dos olhos;
  • Dificuldade para distinguir cores;
  • Olhos lacrimejando muito;
  • Sensibilidade à luz;
  • Vermelhidão ou inchaço.

Procure um oftalmologista para investigar o que pode ser. Caso a visão esteja normal, ainda é importante fazer consultas regulares uma ou duas vezes por ano.

Doenças oftalmológicas

O mais comum é associarmos essa especialidade apenas ao tratamento da miopia ou hipermetropia. Mas o médico também cuida, prescreve e trata outras doenças, além de realizar procedimentos cirúrgicos. Com a cirurgia refrativa, na retina, vias lacrimais, etc.

As doenças mais comuns são:

  • Astigmatismo;
  • Catarata;
  • Degeneração macular;
  • Estrabismo;
  • Glaucoma;
  • Hipermetropia;
  • Miopia;
  • Pterígio;
  • Retinopatia diabética;
  • Cegueira;
  • Estrabismo;
  • Conjuntivite;
  • Terçol;
  • Ceratocone;
  • Blefarite;
  • Daltonismo;
  • Presbiopia;
  • Nistagmo.

O glaucoma e a retinopatia diabética são doenças que podem causar cegueira irreversível. Já a catarata pode ser tratada através de uma cirurgia. Mas, de qualquer forma, é muito importante ir às consultas para ter um diagnóstico o quanto antes, e evitar consequências graves.

A maior parte das doenças nos olhos são silenciosas. Só conseguimos ter um sintoma perceptível quando ela já está num estágio mais avançado. Por isso, a importância de consultar com um oftalmologista.

Conheça também as doenças neurológicas.

Oftalmologista ou oculista?

Algumas pessoas ainda ficam na dúvida se o correto é oftalmologista ou oculista. Como dissemos, o primeiro é o médico responsável por diagnosticar e tratar os distúrbios relacionados aos olhos. Por exemplo, a miopia.

Já o oculista é um profissional especializado em ler as receitas passadas pelo oftalmo. Assim, ele consegue produzir, consertar e fazer a manutenção das lentes e da armação dos óculos. Ajudando os pacientes a saber quais são as melhores lentes, etc.

Portanto, o oculista só atenderá aqueles em que os problemas podem ser solucionados com a utilização de óculos. Seja para miopia, hipermetropia ou astigmatismo.

A Consultare oferece os melhores oftalmologistas, por preços que cabem no seu bolso. Assim, é possível manter as consultas em dia e ainda realizar os exames necessários, cuidando da saúde dos olhos. Agende um horário.

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Vacina contra meningite: quais são, quem deve tomar e onde tomar em Campinas

Existem cinco vacinas que protegem contra os principais causadores da meningite: meningocócica C, meningocócica ACWY, meningocócica B, pneumocócica conjugada e a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib). Todas fazem parte do calendário infantil, mas nem todas estão disponíveis no SUS, a meningocócica B, por exemplo, só existe na rede privada. Na Clínica Consultare, em Campinas, a aplicação é feita nas três unidades e também em casa, sem convênio e sem mensalidade. São cinco vacinas, porque a meningite não tem uma única causa: ela pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos diferentes. Cada vacina cobre um agente específico. Não existe uma dose única que proteja contra todos eles, por isso o calendário completo importa mais do que qualquer vacina isolada. Vacina Protege contra Onde encontrar Meningocócica C (conjugada) Meningococo do sorogrupo C SUS e rede privada Meningocócica ACWY (conjugada) Meningococos A, C, W e Y SUS (12 meses e 11–14 anos) e rede privada Meningocócica B (recombinante) Meningococo do sorogrupo B Somente rede privada Pneumocócica conjugada Streptococcus pneumoniae (pneumococo) SUS e rede privada Hib (dentro da pentavalente) Haemophilus influenzae tipo b SUS e rede privada Nenhuma delas protege contra a meningite viral, que é a forma mais comum e, em geral, mais branda. Algumas vacinas de rotina, no entanto, reduzem indiretamente o risco de meningite viral por prevenir as doenças que podem evoluir para ela, como caxumba, sarampo e catapora, por exemplo. Qual a diferença entre meningocócica C, ACWY e B? A diferença é a quantidade de sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis que cada uma cobre. A meningocócica C protege contra um sorogrupo. A ACWY protege contra quatro (A, C, W e Y) é a de maior espectro. A meningocócica B cobre o sorogrupo B, que hoje é um dos que mais causam doença meningocócica em crianças pequenas no Brasil e não é coberto por nenhuma das outras duas. Na prática, isso significa que uma criança vacinada apenas com a meningocócica C está protegida contra parte do problema, não contra ele todo. As sociedades médicas recomendam, sempre que possível, usar a ACWY no lugar da C e complementar com a vacina B. O que mudou no calendário do SUS? Desde julho de 2025, o SUS substituiu a meningocócica C pela ACWY na dose de reforço dos 12 meses. Antes, a ACWY só era oferecida na rede pública para adolescentes de 11 a 14 anos. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias que ainda não tomaram o reforço podem regularizar o calendário com a ACWY. Em 2026, outra mudança em andamento afeta indiretamente a prevenção da meningite: o Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da vacina pneumocócica 10-valente pela 20-valente, que cobre mais sorotipos do pneumococo. Durante a transição, podem ocorrer esquemas mistos, conforme a disponibilidade nos municípios. O que fazer com essa informação: se o seu filho tem entre 1 e 5 anos e tomou apenas a meningocócica C, vale levar a caderneta para uma avaliação. Em muitos casos há indicação de atualizar com a ACWY. Calendário de vacinação contra meningite por idade Este é o esquema de referência. O calendário individual pode mudar conforme o histórico de cada pessoa, por isso a caderneta deve ser sempre avaliada por um profissional. Idade Vacina Doses 2 meses Pentavalente (contém Hib) · Pneumocócica conjugada 1ª dose 3 meses Meningocócica C 1ª dose 4 meses Pentavalente (Hib) · Pneumocócica conjugada 2ª dose 5 meses Meningocócica C 2ª dose 6 meses Pentavalente (Hib) 3ª dose 12 meses Meningocócica ACWY · Pneumocócica conjugada Reforço 11 a 14 anos Meningocócica ACWY Dose única, independentemente do histórico Na rede privada, o esquema costuma ser ampliado: ACWY já a partir dos 3 meses (no lugar da C), meningocócica B aos 3, 5 e 12 meses, e reforços adicionais de ACWY entre 5 e 6 anos e aos 11 anos. Adulto precisa tomar vacina contra meningite? Depende da idade e da situação. No SUS, a vacinação contra meningite se encerra aos 14 anos. Na rede privada, a ACWY é indicada para adultos em situações específicas: viagens internacionais (peregrinação a Meca exige comprovante), viagens para regiões com surto, moradia em alojamento coletivo, universidade e serviço militar, além de pessoas com condições que aumentam o risco de doença invasiva, como ausência de baço, deficiências do sistema complemento e imunossupressão. A meningocócica B também pode ser indicada para adolescentes e adultos jovens, especialmente em ambientes de convivência próxima. Em qualquer um dos casos, a indicação é individual e deve ser feita em consulta. Quais vacinas contra meningite não estão no SUS? Três situações não são cobertas pela rede pública e precisam ser feitas na rede privada: Meningocócica B: não faz parte do calendário do SUS em nenhuma idade. ACWY antes dos 12 meses: no SUS, a ACWY entra só no reforço de 1 ano; quem quer o esquema ampliado desde os 3 meses faz na rede privada. Vacinação de adultos:  fora dos grupos de risco atendidos em serviços especializados. É exatamente aí que uma clínica particular acessível resolve o problema: sem mensalidade, sem convênio e pagando apenas pela dose aplicada. Quanto custa a vacina contra meningite em Campinas? Na Clínica Consultare, a aplicação é particular e o valor é cobrado por dose, sem taxa de adesão e sem mensalidade: Confira condições e disponibilidade em estoque e valores com nossos especialistas pelo WhatsApp (19) 3500-1700. Importante: as vacinas do calendário básico infantil são gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde de Campinas. A rede privada faz sentido quando você precisa de uma vacina que o SUS não oferece (como a meningocócica B), quer o esquema ampliado, precisa de horário fora do expediente da UBS ou quer aplicação em casa. O que é meningite e quais são os sintomas? Meningite é a inflamação das meninges das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos. A forma bacteriana é a mais grave: evolui rápido, em algumas horas, e pode deixar sequelas como perda auditiva, lesões cerebrais e amputação de

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