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A importância da amamentação em recém-nascido

A amamentação em recém-nascido é fundamental para o seu desenvolvimento e crescimento. Além de proteger a criança e dar todos os nutrientes que ela vai precisar nos primeiros meses de vida, o aleitamento também é benéfico para a mãe.

O mês de agosto foi instituído como “Agosto Dourado” para conscientizar e esclarecer sobre a importância do aleitamento materno. A cor dourada está relacionada à qualidade de “ouro” do leite.

Neste conteúdo vamos tratar da importância da amamentação e seus benefícios. Além disso, conheça dicas para auxiliar nesse momento tão especial para você e seu bebê. Continue a leitura.

Leia também: Pré-natal: como é feito e quando começar?

Amamentação em recém-nascido

Ao nascer, os primeiros nutrientes que o bebê recebe vem do leite produzido pela mãe. É esse gesto que salva a vida dos recém-nascidos, além de evitar várias doenças. Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação reduz em até 13% a mortalidade em crianças com até cinco anos de idade.

Logo após o parto, a mãe produzirá um leite mais viscoso com uma concentração bem elevada de proteínas e uma menor quantidade de gordura, chamado de colostro. Apesar de secretar em pouca quantidade, será o suficiente para o bebê.

Além de ser essencial para compor as primeiras defesas do organismo do recém-nascido. Por isso, o colostro é conhecido como a “primeira vacina”.

Depois de uma semana, o leite passará a ter um aumento da gordura e a presença de água. Por causa disso, o bebê não tem necessidade de ingerir esse líquido nos primeiros meses de vida.

Sendo assim, é altamente recomendado que a amamentação em recém-nascido seja a única fonte de alimento até os seis meses. Após esse período, o aleitamento deve continuar, mas poderá ser introduzido outras comidas à dieta da criança – sempre com acompanhamento pediátrico.

Benefícios da amamentação em recém-nascido

Assim como falamos no tópico anterior, é através do leite materno que o recém-nascido ganha seus primeiros anticorpos. São eles que o protegem de várias doenças como infecções, alergias e diarreias.

Pesquisas mostram que crianças amamentadas têm um risco muito menor de desenvolver asma, diabetes e obesidade. Essas estatísticas continuam mesmo após o período de aleitamento.

Além disso, o leite materno auxilia no desenvolvimento cerebral. Uma pesquisa do Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, mostrou que quanto mais tempo a criança é amamentada, melhor será seu desempenho em testes de cognição e inteligência verbal.

Ademais outra grande vantagem é por meio da sucção do leite. Através desse exercício, o bebê consegue desenvolver sua arcada dentária, a fala e a respiração. 

Veja: Cuidados com a saúde do bebê

Benefícios para a mãe

A amamentação em recém-nascido não é só benéfica para o bebê. Traz grandes vantagens para o vínculo mãe-filho e também para o corpo pós-parto da mulher.

Com toda a mudança hormonal que a mãe passa durante os meses da gravidez, o aleitamento também é um momento de ajuste. Ele ajuda a evitar o sangramento excessivo no pós parto – impedindo uma anemia.

Amamentar reduz o risco de doenças cardíacas, como o infarto. Além de proteger a mãe contra o câncer de mama e de ovário. Traz a sensação de bem-estar, ajuda na perda de peso pós-parto e, ainda, evita a osteoporose. 

Dicas

Principalmente para uma mãe de primeira viagem, a amamentação em recém-nascido pode ser algo que assuste. Mas calma. Vamos dar algumas dicas para tornar esse um momento de bem-estar e conexão entre você e seu bebê.

Lembre-se sempre de estar muito bem hidratada. Tenha uma garrafinha de água ao lado o tempo todo. Você precisa repor todo esse líquido que perdeu durante a amamentação do recém-nascido.

Descansar também é preciso – mesmo que pareça impossível. Se você estiver exausta física e emocionalmente, isso afetará a produção de leite. Não sinta vergonha em pedir ajuda para dormir algumas horinhas.

A posição do bebê é quase 99% do sucesso. Se ouvir barulhos, como estalos, algo está errado. Dor ou mamilo rachado podem indicar que o bebê não está sugando corretamente. Pare e mude de posição. Lembre-se de trazer o bebê até o seio e não o contrário.

Mesmo que tenha seguido todas as recomendações citadas, você ainda tenha dificuldades na hora de amamentar, mantenha a calma. Isso é muito normal em várias mulheres e não fará você ser menos “mãe”.

Alguns casos, muitas podem não conseguir ou não se sentirem confortáveis com a prática. É essencial entender que a escolha de realizar ou não o aleitamento materno é da mãe. Caso ela opte por não, um profissional da saúde poderá orientá-la da melhor forma de alimentar o bebê para que ele cresça saudável.

Hoje em dia existem bancos de leite humano, onde a mãe pode adquirir doação de leite materno. Basta procurar a unidade mais próxima.

Além da amamentação do recém-nascido, é muito importante ficar atento ao calendário das primeiras vacinas. Você pode conferir todas elas no site da Consultare, onde temos pacotes com preços acessíveis e, ainda, utilizamos o material Pikluc! Que diminui a sensação de dor causada pela agulha.

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Existem cinco vacinas que protegem contra os principais causadores da meningite: meningocócica C, meningocócica ACWY, meningocócica B, pneumocócica conjugada e a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib). Todas fazem parte do calendário infantil, mas nem todas estão disponíveis no SUS, a meningocócica B, por exemplo, só existe na rede privada. Na Clínica Consultare, em Campinas, a aplicação é feita nas três unidades e também em casa, sem convênio e sem mensalidade. São cinco vacinas, porque a meningite não tem uma única causa: ela pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos diferentes. Cada vacina cobre um agente específico. Não existe uma dose única que proteja contra todos eles, por isso o calendário completo importa mais do que qualquer vacina isolada. Vacina Protege contra Onde encontrar Meningocócica C (conjugada) Meningococo do sorogrupo C SUS e rede privada Meningocócica ACWY (conjugada) Meningococos A, C, W e Y SUS (12 meses e 11–14 anos) e rede privada Meningocócica B (recombinante) Meningococo do sorogrupo B Somente rede privada Pneumocócica conjugada Streptococcus pneumoniae (pneumococo) SUS e rede privada Hib (dentro da pentavalente) Haemophilus influenzae tipo b SUS e rede privada Nenhuma delas protege contra a meningite viral, que é a forma mais comum e, em geral, mais branda. Algumas vacinas de rotina, no entanto, reduzem indiretamente o risco de meningite viral por prevenir as doenças que podem evoluir para ela, como caxumba, sarampo e catapora, por exemplo. Qual a diferença entre meningocócica C, ACWY e B? A diferença é a quantidade de sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis que cada uma cobre. A meningocócica C protege contra um sorogrupo. A ACWY protege contra quatro (A, C, W e Y) é a de maior espectro. A meningocócica B cobre o sorogrupo B, que hoje é um dos que mais causam doença meningocócica em crianças pequenas no Brasil e não é coberto por nenhuma das outras duas. Na prática, isso significa que uma criança vacinada apenas com a meningocócica C está protegida contra parte do problema, não contra ele todo. As sociedades médicas recomendam, sempre que possível, usar a ACWY no lugar da C e complementar com a vacina B. O que mudou no calendário do SUS? Desde julho de 2025, o SUS substituiu a meningocócica C pela ACWY na dose de reforço dos 12 meses. Antes, a ACWY só era oferecida na rede pública para adolescentes de 11 a 14 anos. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias que ainda não tomaram o reforço podem regularizar o calendário com a ACWY. Em 2026, outra mudança em andamento afeta indiretamente a prevenção da meningite: o Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da vacina pneumocócica 10-valente pela 20-valente, que cobre mais sorotipos do pneumococo. 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