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Clínica de vacina: quando ir e como escolher uma

Uma clínica de vacina é uma ótima opção para manter em dia o seu calendário de vacinação e a sua saúde.

Afinal, é por meio das vacinas que nós nos mantemos protegidos de diversas doenças, pois elas agem diretamente em nossos sistemas imunológicos, combatendo vírus e bactérias.

Então, se você está na dúvida de quando ir a uma clínica de vacina e como escolher a ideal, vem com a gente nesse artigo que te explicamos tudo!

O que são as vacinas?

As vacinas são substâncias que atuam em nosso organismo para combater vírus e bactérias, além de nos proteger contra casos infecciosos.

Isso porque elas estimulam nosso corpo a produzir anticorpos fundamentais para combater inúmeras patologias, como dengue, sarampo, caxumba e afins.

Como é feita a vacina?

O processo de produção da vacina costuma envolver anos de estudo para realizar o enfraquecimento do vírus, eliminação do vírus e remoção de parte do microrganismo.

Assim, o processo de fabricação de vacinas inclui: 

  • pesquisa e coleta de amostras;
  • descoberta e desenvolvimento;
  • testes pré-clínicos e clínicos;
  • liberação dos órgãos reguladores da vacina;
  • fabricação da vacina após aprovação;
  • distribuição da vacina à população.

Qual é a importância da vacinação?

A vacinação é importante porque ela é hoje uma das formas mais eficientes que temos para prevenir doenças.

Afinal, com ela o nosso corpo fica protegido de vírus e bactérias que afetam nossa saúde e podem até mesmo nos levar à morte.

Além disso, a vacinação é importante porque tem o potencial de erradicar doenças, como ocorreu com a varíola.

Por que a vacinação começa tão cedo?

A vacinação costuma começar cedo porque as crianças são mais suscetíveis às doenças.

Isso porque as defesas imunológicas dos pequenos não estão tão bem formadas como as dos adultos.

Então, quanto mais cedo começamos a aplicar vacinas, mais cedo as crianças ficam protegidas.

Não é à toa que em 22 anos o índice de mortalidade infantil caiu em 77% no Brasil e muito dessa queda foi relacionado ao potencial das vacinas.

O farmacêutico pode aplicar a vacina?

Sim, o farmacêutico pode aplicar vacinas desde 2017.

Mas para isso o estabelecimento deve cumprir todas as exigências e critérios fixados pela ANVISA.

Destes critérios, podemos citar a obrigação de um profissional de saúde habilitado para realizar a aplicação e as condições propícias de transporte, armazenamento e conservação sanitária.  

O que avaliar ao escolher uma clínica de vacinação?

Ao buscar por uma clínica de vacina, você deve avaliar a credibilidade do local, sua reputação no mercado e o histórico de atendimentos satisfatórios.

Também é fundamental que a clínica de vacina ofereça aos seus pacientes um atendimento de qualidade, personalizado e principalmente humanizado.

No mais, leve em conta se a clínica de vacina tem boas instalações, é confortável e, por fim, se a disponibilidade deles bate com os seus horários.

O que precisa ter na sala de vacina?

Uma sala de vacinação precisa ter alguns equipamentos específicos, segundo a RDC Anvisa Nº 197, sendo eles:

  • pia de lavagem;
  • bancada;
  • mesa;
  • cadeira;
  • caixa térmica de fácil higienização;
  • equipamento de refrigeração exclusivo para guarda e conservação de vacinas, com termômetro de momento com máxima e mínima;
  • local para a guarda dos materiais para administração das vacinas;
  • recipientes para descarte de materiais perfurocortantes e de resíduos biológicos;
  • maca; 
  • termômetro de momento, com máxima e mínima, com cabos extensores para as caixas térmicas.

Vantagens de tomar vacina em uma clínica confiável

Abaixo, confira algumas vantagens de tomar vacinas em uma clínica confiável.

Contar com vacinas que não estão presentes na rede pública

Uma clínica de vacina geralmente tem opções de imunizantes que não estão disponíveis facilmente na rede pública de saúde.

Isso pode ocorrer principalmente em casos de faixas etárias, como a vacina para HPV, que só é oferecida para jovens entre 9 e 14 anos na rede pública.

Assim, em uma clínica de vacina você consegue tomar essa vacina independentemente de sua idade e se proteger das decorrências do HPV.

Atendimento diferenciado

Em uma clínica de vacina, as chances de você receber um bom atendimento são enormes.

E isso faz toda diferença na hora da aplicação, principalmente para pessoas que têm medo de agulha e ficam muito tensas nessas situações.

Há também os bebês e crianças, que necessitam de um atendimento mais personalizado, algo que sempre é garantido nestas clínicas.

Maior conforto para bebês e crianças

E como já adiantamos acima, o atendimento personalizado para bebês e crianças costuma ser garantido em uma clínica de vacina.

Assim, os pequenos são acalmados para o momento da aplicação e, além disso, as tecnologias mais recentes presentes em clínicas causam menos efeitos colaterais neles.

Com isso, os pais geralmente não precisam ficar cuidando de seus filhos após a aplicação de uma vacina, pois as chances de febre e dores no corpo são baixas.

Por que as clínicas particulares oferecem vacinas extras?

Devido a questões de custos e de capacidade de produção dos laboratórios, o nosso governo não consegue disponibilizar vacinas para toda a população, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Desta forma, o Ministério da Saúde trabalha com vacinações na rede pública que são prioridades e que mais atacam a população, além de considerar as faixas etárias com maiores riscos de adoecimento e complicações.

Já as clínicas de vacina não trabalham com essas limitações e justamente por isso costumam ter vacinas extras. E elas também são verificadas pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), pois devem cumprir todas as normas de vacinação que são estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Agora que você já sabe mais sobre a importância da vacina, inicie seu agendamento para a sua próxima vacina. Aguardamos você!

Conclusão

Como você viu ao longo deste artigo, as vacinas são fundamentais para combater vírus e bactérias, além de nos proteger contra casos infecciosos.

Não é à toa que os cientistas levam anos para produzir vacinas e elas passam por diversas fases até serem distribuídas a nós.

Então, se hoje você está em busca de uma clínica de vacina para completar o seu calendário de vacinação, leve em conta os pontos que citamos por aqui, como:

  • boa reputação;
  • credibilidade do local;
  • histórico de atendimentos satisfatórios;
  • atendimento humanizado, de qualidade e personalizado.

Além disso, avalie os equipamentos que citamos que devem estar presente na sala de vacina, para ter certeza que o local escolhido segue todas as regras estipuladas pela Anvisa!

Por fim, se quiser saber mais sobre vacinas e entender quais você precisa tomar agende sua consulta na Clínica Consultare Campinas ou demais unidades.

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Endoscopia em Campinas: indicações, preparo e preço

Azia frequente, queimação, refluxo, dor no estômago ou dificuldade para engolir são sintomas que merecem atenção. Dependendo da avaliação médica, a endoscopia digestiva alta pode ser solicitada para investigar a origem desses desconfortos. Se você procura endoscopia em Campinas, este guia explica para que serve o exame, quando ele pode ser indicado, como funciona o preparo e quais são os valores informados pela Clínica Consultare. Neste artigo, você vai entender: o que é e para que serve a endoscopia; quais sintomas podem levar à indicação do exame; como o procedimento é realizado; qual é o preparo necessário; quanto custa uma endoscopia em Campinas. O que é endoscopia digestiva alta? A endoscopia digestiva alta é um exame que permite visualizar diretamente a parte superior do aparelho digestivo. Durante o procedimento, o médico utiliza um aparelho fino e flexível, chamado endoscópio, equipado com uma pequena câmera. Com ele, é possível avaliar: Esôfago; Estômago; Duodeno, a primeira parte do intestino delgado. As imagens são transmitidas em tempo real para um monitor. Quando necessário, o médico também pode retirar pequenos fragmentos de tecido para análise laboratorial  procedimento conhecido como biópsia. Quando a endoscopia pode ser indicada? A endoscopia não precisa ser realizada rotineiramente por todas as pessoas. A indicação depende dos sintomas, da idade, do histórico clínico, dos fatores de risco e da avaliação médica. Sintoma ou situação Por que pode ser investigado Azia ou refluxo persistente Pode estar relacionado a alterações no esôfago Dor ou queimação no estômago Pode exigir avaliação do estômago e do duodeno Dificuldade ou dor para engolir Pode justificar investigação do esôfago Náuseas ou vômitos persistentes Podem requerer investigação do trato digestivo superior Anemia ou sangramento sem causa esclarecida Necessita avaliação médica e pode demandar investigação endoscópica Acompanhamento de alterações anteriores Pode ser solicitado para controle de determinadas condições A presença desses sintomas não confirma uma doença e não significa que todas as pessoas precisarão fazer o exame. A necessidade deve ser determinada por um médico. Quais condições a endoscopia pode ajudar a identificar? Ao permitir a visualização da mucosa do aparelho digestivo, o exame pode contribuir para o diagnóstico ou acompanhamento de diferentes condições, entre elas: Gastrite: inflamação da mucosa do estômago. Refluxo gastroesofágico e esofagite: o exame pode mostrar alterações no esôfago relacionadas ao refluxo. Úlcera gástrica ou duodenal: permite visualizar lesões e, quando indicado, coletar material para análise. Hérnia de hiato: ocorre quando parte do estômago se desloca através do diafragma. Helicobacter pylori (H. pylori): em determinados casos, amostras podem ser coletadas durante o exame para investigação. Pólipos e outras lesões: a endoscopia também permite identificar alterações na mucosa do trato digestivo superior. Tenho muita azia. Preciso fazer endoscopia? Nem toda pessoa com azia precisa fazer uma endoscopia imediatamente. O médico pode avaliar inicialmente a frequência dos sintomas, os hábitos alimentares, o histórico clínico e a resposta ao tratamento. No entanto, sintomas persistentes ou acompanhados de sinais de alerta podem justificar uma investigação mais detalhada. Evite usar medicamentos por conta própria durante longos períodos: procure avaliação profissional. Sinais que merecem atenção dificuldade progressiva para engolir; vômitos persistentes ou com sangue; fezes muito escuras ou com sangue; anemia sem causa esclarecida; perda de peso sem explicação; dor abdominal persistente; piora progressiva dos sintomas. Esses sinais não confirmam uma doença específica, mas reforçam a importância de procurar atendimento médico. Como é feita a endoscopia? Na endoscopia digestiva alta, o endoscópio é introduzido cuidadosamente pela boca e passa pelo esôfago até alcançar o estômago e o duodeno. A câmera do aparelho transmite as imagens para o médico em tempo real. O exame costuma ser realizado com sedação, o que ajuda a proporcionar mais conforto. A equipe acompanha o paciente durante todo o procedimento e, depois, ele permanece em recuperação até receber a liberação do serviço. Endoscopia dói? Como o procedimento geralmente é feito com sedação, muitos pacientes não percebem sua realização ou relatam apenas pouco desconforto. 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Check-up em Campinas: quais exames fazer? Guia completo para cuidar da sua saúde

Você sabe, de verdade, quais exames deveria fazer no seu próximo check-up? A maioria das pessoas só procura um check-up em Campinas depois de sentir algo diferente no corpo, mas o grande valor da avaliação preventiva está justamente em identificar riscos antes de aparecer qualquer sintoma. Pressão alta, colesterol elevado e alterações na glicemia, por exemplo, costumam evoluir de forma silenciosa por anos. Não existe uma lista única e igual para todo mundo. A combinação certa de exames depende de idade, sexo, histórico familiar, hábitos de vida, sintomas e doenças preexistentes e é por isso que a avaliação médica continua sendo a etapa mais importante de qualquer check-up. Neste guia você vai entender: ● O que é, de fato, um check-up médico; ● Quais exames costumam compor uma avaliação completa; ● As diferenças entre check-up feminino, masculino, após os 40 anos e para idosos; ● Valores praticados em Campinas; ● E onde fazer seus exames com praticidade, nas três unidades da Clínica Consultare. O que é um check-up médico? O check-up é uma avaliação preventiva da saúde, que pode combinar consulta médica, exame físico, exames laboratoriais e, quando houver indicação clínica, exames de imagem ou cardiológicos. O objetivo não é acumular a maior quantidade possível de exames e sim selecionar, com critério, aqueles que realmente ajudam a acompanhar os riscos individuais de cada paciente. Entre os fatores levados em conta pelo médico estão: Categoria O que é avaliado Perfil pessoal Idade, sexo, histórico pessoal e familiar de doenças Estilo de vida Alimentação, sedentarismo, tabagismo, consumo de álcool Indicadores clínicos Pressão arterial, peso e composição corporal Uso de medicamentos Medicamentos em uso e possíveis interações Sintomas atuais Qualquer queixa relatada na consulta Risco cardiovascular Histórico familiar e hábitos relacionados ao coração Saúde específica Necessidades de acordo com saúde da mulher ou do homem Quais exames fazer em um check-up? Alguns exames laboratoriais aparecem com frequência nas avaliações de rotina, mas a necessidade de cada um deve ser definida conforme o perfil do paciente, e não copiada de uma lista genérica da internet. Exame O que pode avaliar Hemograma completo Células do sangue; alterações ligadas a anemias e infecções Glicemia de jejum Nível de glicose no sangue Hemoglobina glicada Comportamento médio da glicose nos últimos meses Colesterol total e frações Perfil lipídico e risco cardiovascular Triglicérides Quantidade de triglicerídeos no sangue Creatinina Auxilia na avaliação da função renal Ureia Complementa a investigação da função renal TGO e TGP Enzimas usadas na avaliação hepática TSH Investigação da função da tireoide, quando há indicação clínica T4 Livre Complementa a avaliação da tireoide Urina tipo 1 Alterações urinárias, renais e metabólicas Sódio e potássio Eletrólitos importantes para o funcionamento do organismo O Ministério da Saúde orienta que os exames sejam solicitados conforme o quadro clínico de cada pessoa, o TSH, por exemplo, ganha relevância principalmente quando há suspeita de alteração da tireóide. Por isso, o check-up ideal nasce de uma conversa com o médico, não de uma busca no Google. Check-up completo: o que pode ser incluído Dependendo da idade e dos fatores de risco, o médico pode complementar os exames laboratoriais com outras avaliações. Exames laboratoriais: hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, colesterol total e frações, triglicérides, creatinina, uréia, TGO, TGP, TSH, T4 Livre, urina tipo 1, entre outros. Avaliação cardiovascular conforme o perfil do paciente: ● Eletrocardiograma ● Teste ergométrico ● Ecocardiograma ● MAPA ● Holter Exames de imagem quando indicados: ● Ultrassom de abdome total ● Ultrassom de tireoide ● Ultrassom transvaginal ● Ultrassom das mamas ● Mamografia ● Raio-X Nenhum desses exames é obrigatório em todo check-up, a indicação depende sempre da avaliação médica. Check-up feminino: o que costuma ser avaliado O check-up feminino considera tanto a saúde geral quanto a saúde ginecológica, com acompanhamento definido de acordo com idade, histórico e fatores de risco. Avaliação Exemplos Saúde geral Hemograma, glicemia, colesterol e triglicérides Função renal Creatinina e ureia Tireoide TSH e T4 Livre, quando indicados Saúde ginecológica Consulta ginecológica e Papanicolau conforme indicação Imagem Ultrassom transvaginal, ultrassom das mamas ou outros, quando indicados Saúde das mamas Mamografia de acordo com faixa etária, risco e orientação profissional Saúde cardiovascular Pressão arterial, perfil lipídico e outros exames conforme risco A partir dos 40 anos, a estratégia preventiva costuma mudar conforme os fatores individuais de risco,o que reforça a importância do acompanhamento periódico. Check-up masculino: o que costuma ser avaliado Além dos exames gerais, o check-up masculino pode considerar fatores cardiovasculares, metabólicos e urológicos: ● Hemograma, glicemia, colesterol total e frações, triglicérides ● Creatinina, uréia, TGO e TGP ● Urina tipo 1 ● Avaliação da pressão arterial e consulta médica ● Avaliação urológica ● PSA, quando houver indicação ● Exames cardiológicos conforme o risco individual A decisão sobre exames relacionados à próstata deve ser sempre individualizada e discutida diretamente com o profissional de saúde. Check-up depois dos 40 anos: o que muda? A partir dos 40 anos, alguns fatores de risco passam a merecer atenção redobrada: pressão arterial · glicemia · colesterol · triglicérides · peso · histórico cardiovascular · saúde renal · histórico familiar Isso não significa fazer dezenas de exames todo ano, o objetivo continua sendo personalizar a prevenção, com exames específicos para homens e mulheres quando fizer sentido. Check-up para idosos Na terceira idade, o acompanhamento da saúde ganha ainda mais importância. Além dos exames laboratoriais tradicionais, o check-up geriátrico pode avaliar: Função renal, glicemia, colesterol e triglicérides, vitaminas e minerais, quando indicado, saúde cardiovascular, pressão arterial, uso de medicamentos, vacinação, mobilidade, memória e cognição, alimentação, risco de quedas, saúde óssea. A avaliação geriátrica não deve olhar apenas para exames: autonomia e qualidade de vida são igualmente fundamentais. Quanto custa um check-up em Campinas? O valor varia principalmente conforme a quantidade e o tipo de exames incluídos. Veja alguns preços praticados pela Clínica Consultare: Check-up Valor particular* Com ResolveSaúde* Gordura no Sangue R$ 39,90 R$ 29,90 Saúde dos Rins R$ 99,90 R$ 89,90 Para Anemia R$ 99,90 R$ 89,90 Hormonal R$ 106,90 R$ 99,90 Saúde Óssea R$ 129,90 R$ 110,90 Para

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vacina contra meningite

Vacina contra meningite: quais são, quem deve tomar e onde tomar em Campinas

Existem cinco vacinas que protegem contra os principais causadores da meningite: meningocócica C, meningocócica ACWY, meningocócica B, pneumocócica conjugada e a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib). Todas fazem parte do calendário infantil, mas nem todas estão disponíveis no SUS, a meningocócica B, por exemplo, só existe na rede privada. Na Clínica Consultare, em Campinas, a aplicação é feita nas três unidades e também em casa, sem convênio e sem mensalidade. São cinco vacinas, porque a meningite não tem uma única causa: ela pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos diferentes. Cada vacina cobre um agente específico. Não existe uma dose única que proteja contra todos eles, por isso o calendário completo importa mais do que qualquer vacina isolada. Vacina Protege contra Onde encontrar Meningocócica C (conjugada) Meningococo do sorogrupo C SUS e rede privada Meningocócica ACWY (conjugada) Meningococos A, C, W e Y SUS (12 meses e 11–14 anos) e rede privada Meningocócica B (recombinante) Meningococo do sorogrupo B Somente rede privada Pneumocócica conjugada Streptococcus pneumoniae (pneumococo) SUS e rede privada Hib (dentro da pentavalente) Haemophilus influenzae tipo b SUS e rede privada Nenhuma delas protege contra a meningite viral, que é a forma mais comum e, em geral, mais branda. Algumas vacinas de rotina, no entanto, reduzem indiretamente o risco de meningite viral por prevenir as doenças que podem evoluir para ela, como caxumba, sarampo e catapora, por exemplo. Qual a diferença entre meningocócica C, ACWY e B? A diferença é a quantidade de sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis que cada uma cobre. A meningocócica C protege contra um sorogrupo. A ACWY protege contra quatro (A, C, W e Y) é a de maior espectro. A meningocócica B cobre o sorogrupo B, que hoje é um dos que mais causam doença meningocócica em crianças pequenas no Brasil e não é coberto por nenhuma das outras duas. Na prática, isso significa que uma criança vacinada apenas com a meningocócica C está protegida contra parte do problema, não contra ele todo. As sociedades médicas recomendam, sempre que possível, usar a ACWY no lugar da C e complementar com a vacina B. O que mudou no calendário do SUS? Desde julho de 2025, o SUS substituiu a meningocócica C pela ACWY na dose de reforço dos 12 meses. Antes, a ACWY só era oferecida na rede pública para adolescentes de 11 a 14 anos. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias que ainda não tomaram o reforço podem regularizar o calendário com a ACWY. Em 2026, outra mudança em andamento afeta indiretamente a prevenção da meningite: o Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da vacina pneumocócica 10-valente pela 20-valente, que cobre mais sorotipos do pneumococo. Durante a transição, podem ocorrer esquemas mistos, conforme a disponibilidade nos municípios. O que fazer com essa informação: se o seu filho tem entre 1 e 5 anos e tomou apenas a meningocócica C, vale levar a caderneta para uma avaliação. Em muitos casos há indicação de atualizar com a ACWY. Calendário de vacinação contra meningite por idade Este é o esquema de referência. O calendário individual pode mudar conforme o histórico de cada pessoa, por isso a caderneta deve ser sempre avaliada por um profissional. Idade Vacina Doses 2 meses Pentavalente (contém Hib) · Pneumocócica conjugada 1ª dose 3 meses Meningocócica C 1ª dose 4 meses Pentavalente (Hib) · Pneumocócica conjugada 2ª dose 5 meses Meningocócica C 2ª dose 6 meses Pentavalente (Hib) 3ª dose 12 meses Meningocócica ACWY · Pneumocócica conjugada Reforço 11 a 14 anos Meningocócica ACWY Dose única, independentemente do histórico Na rede privada, o esquema costuma ser ampliado: ACWY já a partir dos 3 meses (no lugar da C), meningocócica B aos 3, 5 e 12 meses, e reforços adicionais de ACWY entre 5 e 6 anos e aos 11 anos. Adulto precisa tomar vacina contra meningite? Depende da idade e da situação. No SUS, a vacinação contra meningite se encerra aos 14 anos. Na rede privada, a ACWY é indicada para adultos em situações específicas: viagens internacionais (peregrinação a Meca exige comprovante), viagens para regiões com surto, moradia em alojamento coletivo, universidade e serviço militar, além de pessoas com condições que aumentam o risco de doença invasiva, como ausência de baço, deficiências do sistema complemento e imunossupressão. A meningocócica B também pode ser indicada para adolescentes e adultos jovens, especialmente em ambientes de convivência próxima. Em qualquer um dos casos, a indicação é individual e deve ser feita em consulta. Quais vacinas contra meningite não estão no SUS? Três situações não são cobertas pela rede pública e precisam ser feitas na rede privada: Meningocócica B: não faz parte do calendário do SUS em nenhuma idade. ACWY antes dos 12 meses: no SUS, a ACWY entra só no reforço de 1 ano; quem quer o esquema ampliado desde os 3 meses faz na rede privada. Vacinação de adultos:  fora dos grupos de risco atendidos em serviços especializados. É exatamente aí que uma clínica particular acessível resolve o problema: sem mensalidade, sem convênio e pagando apenas pela dose aplicada. Quanto custa a vacina contra meningite em Campinas? Na Clínica Consultare, a aplicação é particular e o valor é cobrado por dose, sem taxa de adesão e sem mensalidade: Confira condições e disponibilidade em estoque e valores com nossos especialistas pelo WhatsApp (19) 3500-1700. Importante: as vacinas do calendário básico infantil são gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde de Campinas. A rede privada faz sentido quando você precisa de uma vacina que o SUS não oferece (como a meningocócica B), quer o esquema ampliado, precisa de horário fora do expediente da UBS ou quer aplicação em casa. O que é meningite e quais são os sintomas? Meningite é a inflamação das meninges das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos. A forma bacteriana é a mais grave: evolui rápido, em algumas horas, e pode deixar sequelas como perda auditiva, lesões cerebrais e amputação de

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