saúde masculina

Falta de cuidado com a saúde masculina

O cuidado com nosso bem-estar deve ser diário e em todas as fases da vida. Porém, pesquisas mostram que a saúde masculina não é tão levada a sério quanto a feminina.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, entre 2016 e 2020 houve um aumento de quase 50% na procura por médicos pelo homem. Porém, esse número ainda é muito pequeno em comparação às mulheres.

Neste conteúdo, vamos abordar mais sobre a saúde masculina e quais são as principais doenças. Veja também quais são os cuidados fundamentais. Continue a leitura.

Saúde masculina

O homem procura muito menos o sistema de saúde, em comparação com as mulheres. Dados do Instituto Lado a Lado pela Vida mostram que 62% só vão ao médico quando os sintomas estão insuportáveis.

Por isso, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os homens vivem 7 anos a menos que as mulheres, em média. Já que demoram para procurar atendimento médico, para qualquer dor que sintam. E, quando procuram, a doença já está num estágio avançado.

Assim, para conscientizar e desmistificar a ideia de que “homem é forte” o tempo todo, foi criada a campanha Novembro Azul. Num primeiro momento, era apenas para reforçar a importância de se consultar com um urologista. Pois, só ele consegue diagnosticar um possível câncer de próstata.

Mas, essa é a segunda doença que mais mata homens no Brasil, perdendo para o câncer de pele. E com o aumento de outras enfermidades, se fez necessário ter um mês de conscientização para a saúde masculina como um todo.

Seja por vergonha, receio ou desconhecimento, os homens não fazem exames de rotina. Em comparação com as mulheres, que visitam um ginecologista desde a adolescência, por exemplo.

Contudo, muitas doenças que causam morte na população masculina poderiam ser evitadas com um tratamento precoce. E como elas não apresentam tantos sintomas nos estágios iniciais, os homens ignoram até que se torne algo mais complicado.

Leia também: exames laboratoriais.

Saúde masculina: as principais doenças

Câncer de pele

Essa é a doença que mais mata homens no Brasil. Conforme a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) revelou, de 2010 a 2019, mais de 57% dos óbitos ocorreram na população masculina.

De janeiro de 2012 a abril de 2021, apenas 28% das pessoas que fizeram o exame de diagnóstico foram homens. Já que a falta de cuidado com a pele é um dos pontos que fazem essa doença acometer mais o sexo masculino.

Os sintomas começam com manchas na pele. Além de coceiras, que persistem por várias semanas.

Câncer de próstata

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 16 mil homens morreram por essa doença em 2019. E em 2020, mais de 65 mil foram diagnosticados com câncer de próstata.

Por ter vários estigmas em volta do seu exame de prevenção, muitos homens não fazem. Contudo ela é uma doença silenciosa no início, causando sintomas quando está apenas em estágios mais avançados.

A detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de cura, controlando o tumor. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, homens sem fator de risco devem procurar um médico a partir dos 50 anos. E quem tem risco, com 45 anos.

Um dos sintomas mais comuns é a dor ao urinar. Mas, normalmente, ele só aparece quando o câncer já está num estágio mais grave. Por isso, é tão importante realizar o exame preventivo.

Assim, o Inca divulgou que um diagnóstico positivo é feito a cada sete minutos. E, há um óbito a cada 40 minutos.

Câncer de testículos

A maior preocupação dessa doença que acomete a saúde masculina é pela incidência em homens entre 15 e 50 anos. Assim, para um diagnóstico é preciso realizar o autoexame nos testículos e fazer consultas com urologista.

Nos estágios iniciais, o câncer de testículo pode ser facilmente curado. Tem como sintomas nódulos duros e que doem ao toque. Sangue na urina e diminuição do tamanho do saco escrotal também são indícios.

As causas do câncer de testículos podem ser lesões e traumas na bolsa escrotal. Por isso, a importância de manter consultas periódicas com um especialista.

Problemas no coração

Outra doença que afeta a saúde masculina são as cardiovasculares. Estima-se que 180 mil óbitos são de homens, ligados à arritmia, AVC e o infarto.

As causas são tabagismo, pressão alta, colesterol alto, diabetes, estresse, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, uso de drogas, sobrepeso, sedentarismo e má alimentação. E podem ser evitadas fazendo consultas e exames rotineiros com cardiologistas.

Além disso, ter uma alimentação mais saudável, fazer exercícios físicos, controlar pressão e diabetes ajudam também. Mantendo uma qualidade de vida maior.

Cuidados fundamentais

Para evitar que a saúde masculina seja precária é preciso quebrar estigmas e conscientizar a população. O mito de que o homem deve ser forte o tempo todo faz com que eles não olhem para o próprio bem-estar.

Por isso, é muito importante fazer exames e consultas regulares, e não apenas quando sentir sintomas. A identificação precoce da doença aumenta as chances de um tratamento mais eficaz.

Além de manter hábitos saudáveis, como melhora na alimentação e prática regular de exercícios físicos. Pois ajuda a diminuir os agravantes de algumas doenças.

Dessa forma, só o cuidado com a saúde masculina poderá evitar tantas perdas. Fazendo consultas e exames de rotina, além de ter uma vida mais saudável.

Você pode agendar um urologista na Consultare. Além disso, continue lendo nosso artigos para saber mais dicas!

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Por meio dele, o médico avalia os batimentos cardíacos fetais, a idade gestacional, o crescimento, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e as condições da placenta. O exame também permite identificar gestações múltiplas (gêmeos), confirmar que o embrião está implantado dentro do útero, rastrear alterações cromossômicas e malformações e detectar precocemente situações que exigem atenção, como deslocamento de placenta ou gravidez ectópica. Esse diagnóstico precoce é o que torna o ultrassom o exame central do pré-natal: quanto antes uma alteração é identificada, maiores as chances de conduzir a gestação com segurança para a mãe e para o bebê. O aparelho funciona por meio de um transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência. Essas ondas atravessam os tecidos, retornam ao equipamento e são convertidas em imagens em tempo real na tela. Como não utiliza radiação ionizante, é considerado seguro em todas as fases da gravidez. Quando fazer o ultrassom obstétrico? Calendário por trimestre O número de ultrassons é definido pelo obstetra, mas uma gestação de baixo risco costuma incluir de três a cinco exames ao longo dos três trimestres. Cada fase tem um objetivo diferente: 1º trimestre (6ª a 9ª semana) – Ultrassom inicial/transvaginal: confirma a gravidez, localiza o saco gestacional, detecta os batimentos cardíacos e estabelece a idade gestacional com precisão. 1º trimestre (11ª a 14ª semana) – Translucência nucal / morfológico do 1º trimestre: rastreia alterações cromossômicas, como a síndrome de Down, e avalia a formação inicial do bebê. 2º trimestre (20ª a 24ª semana) – Morfológico do 2º trimestre: analisa detalhadamente a anatomia fetal e geralmente revela o sexo do bebê. 3º trimestre (a partir da 28ª–34ª semana) – Ultrassom de crescimento e Doppler: acompanha o ganho de peso do bebê, o líquido amniótico, a placenta e o fluxo sanguíneo do cordão umbilical. Importante: este calendário é uma referência geral baseada em diretrizes da FEBRASGO. O número e o momento dos exames sempre dependem da avaliação individual do seu obstetra, especialmente em gestações de risco. Tipos de ultrassom obstétrico Ultrassom transvaginal (precoce) O ultrassom transvaginal é geralmente o primeiro exame da gestação e oferece imagens muito nítidas nas primeiras semanas. Ele é realizado com um transdutor fino introduzido no canal vaginal, o que aproxima o aparelho do útero e permite visualizar o embrião ainda muito pequeno. É indicado a partir da 5ª–6ª semana e tem três funções principais: confirmar que a gravidez está dentro do útero (descartando gravidez ectópica), identificar se é única ou gemelar e, sobretudo, determinar a idade gestacional com exatidão. Essa datação é fundamental porque a contagem baseada apenas na última menstruação pode estar incorreta em uma parcela significativa dos casos, o que afeta a estimativa da data do parto e a avaliação do crescimento do bebê. 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O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos e retornam ao equipamento, formando imagens detalhadas na tela em tempo real. Na modalidade Doppler, o exame também permite avaliar o fluxo e a velocidade do sangue nos vasos sanguíneos. Por não envolver radiação, o ultrassom não apresenta contraindicações e pode ser repetido quantas vezes forem clinicamente necessárias, sem intervalo obrigatório entre os exames. Para que serve o ultrassom? O ultrassom é um dos exames de imagem mais solicitados na prática médica, justamente por ser versátil, seguro e de fácil execução. Médicos de diversas especialidades o utilizam para investigar sintomas, acompanhar tratamentos e complementar o diagnóstico clínico. 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Ultrassom obstétrico: acompanha o desenvolvimento do bebê ao longo da gestação. Permite verificar a frequência cardíaca fetal, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e a idade gestacional. Ultrassom morfológico: oferece imagens mais detalhadas do feto e é solicitado, em geral, entre a 11ª e a 14ª semana ou entre a 20ª e a 24ª semana de gestação. Tem como objetivo identificar precocemente possíveis alterações cromossômicas ou malformações estruturais. Ultrassom transvaginal: realizado com um transdutor de menor porte introduzido no canal vaginal, proporciona imagens mais precisas do útero, das trompas e dos ovários. É frequentemente indicado para investigação de dores pélvicas, sangramento irregular e avaliação de nódulos uterinos e ovarianos. Ultrassom de mama: indicado para avaliação de nódulos, cistos e alterações nas estruturas mamárias. É um exame complementar à mamografia, especialmente em mulheres jovens ou com tecido mamário denso. 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O ultrassom abdominal total geralmente requer jejum de 4 a 6 horas e bexiga cheia no momento do exame. Outras modalidades, como ultrassom de mama, de tireoide e transvaginal, não exigem preparo específico. As orientações completas são fornecidas no momento do agendamento. Quanto tempo dura o exame? A duração varia conforme o tipo de ultrassom. Em média, o procedimento leva entre 15 e 30 minutos, incluindo o posicionamento do paciente e a aquisição das

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