Setembro Amarelo

Setembro Amarelo: o que é a campanha e como podemos ajudar?

A campanha do Setembro Amarelo 2022 tem como tema “a vida é a melhor escolha”, e tem como objetivo prevenir o suicídio. Assim, traz esse tema para as rodas de conversa, desmistificando o assunto que ainda é tabu para muitos.

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) junto com o Conselho Federal de Medicina (CFM) realizam essa campanha desde 2014. Apesar de acontecer ações durante todo o mês, o dia 10 que é o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio.

Neste conteúdo, vamos abordar mais sobre a campanha. Veja como começou, as causas que levam ao suicídio, sinais e como podemos ajudar a preveni-lo. Continue a leitura.

Leia também: O que é telemedicina.

Setembro Amarelo

A Campanha do Setembro Amarelo teve origem nos Estados Unidos em 1994 com caso de um adolesceste, chamado Mike Emme, que cometeu suicídio. Como ele tinha um carro amarelo, no seu velório, os pais e amigos distribuíram cartões com fitas amarelas para conscientizar a todos.

Inspirados nessa história, a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotaram a cor para criar a campanha. Assim, o mês de setembro é marcado pelo objetivo de chamar atenção dos governantes e sociedade sobre o assunto.

Afinal, o suicídio é um problema de saúde pública, que afeta todos os países. Então, através da campanha, é esperado reduzir os preconceitos e conscientizar a população sobre a importância de cuidar da saúde mental.

De acordo com o DataSUS, nos últimos 20 anos, os casos de suicídio no Brasil subiram de 7 mil para 14 mil (sem contar os não notificados). Isso corresponde a mais de um óbito a cada hora. O que supera o número de acidentes de motos, por exemplo.

A OMS mostra dados que desde 2017 o Brasil é o país com mais pessoas ansiosas. E a Universidade de São Paulo, através de uma pesquisa, constatou que 57% da população tem depressão.

Com relação aos números em todo o mundo, a OMS registrou mais de 700 mil casos de suicídio. Apesar desses números estarem em queda nos últimos anos em todo o mundo, os países da América, em especial o Brasil, estão no sentido contrário.

Um dos fatores desse aumento é a pandemia. Isso porque, com o isolamento, morte de pessoas próximas e dificuldades financeiras causadas pelo Covid, pioraram ainda mais a saúde mental.

Suicídio

Como a campanha do Setembro Amarelo visa conscientizar sobre o suicídio, vamos te mostrar tudo o que envolve. Saiba quais podem ser suas causas, sinais e tratamentos.

Causas

O suicídio não é causado apenas por um fator. Normalmente, são um conjunto de doenças e acontecimentos que levam uma pessoa a tomar essa atitude.

O mais comum deles é a depressão. Ela traz sentimentos fortes de solidão e tristezas, assim como de que nada mais tem solução.

Rotinas com muito estresse, cobranças e frustrações podem levar a pessoa a se sentir insuficiente com tudo relacionado a ela. Isso intensifica a falta do amor-próprio, afetando todas as nossas outras relações.

A mesma coisa acontece com quem apresenta transtorno de bipolaridade. Ir de um extremo ao outro das emoções é desgastante e frustrante para a pessoa que passa. Por isso, o paciente tem irritabilidade em excesso, dificuldade de focar e pensamentos suicidas.

Esquizofrenia e transtorno de personalidade também podem levar a uma tentativa de suicídio. Já que são doenças que intensificam as emoções.

Porém, mesmo que algumas doenças mentais possam desencadear uma tentativa suicida, é preciso prestar atenção. Já que os pacientes que estão nesse estágio sentem que não são merecedores de preocupação.

Assim, eles não pedem ajuda e passam por toda essa tristeza em silêncio e sozinhos. Por isso, algumas vezes, nem imaginamos que aquela pessoa tentaria tirar sua própria vida.

Sinais

Apesar de os sintomas que levam a uma tentativa de suicídio serem, muitas vezes, silenciosos, os pacientes vão dando sinais. Muitos deles são ignorados pelas pessoas ao redor, por acreditarem ser “frescura”.

Porém, é fundamental não diminuir a dor de ninguém e sempre oferecer ajuda. Mesmo que seja apenas para ouvir.

A tristeza excessiva e o isolamento são os sinais mais comuns. Se você conhece pessoas que começaram a mudar seu comportamento para esse, preste atenção. Ela pode estar passando por algo grave.

Mudanças de hábitos de sono e alimentação, descuido pessoal e tratar de assuntos pendentes também são outros pontos de atenção. Pessoas com pretensão ao suicídio passam por essas alterações no comportamento.

Por fim, temos a perda de interesses em atividades que antes tinham prazer. Isso é gerado pela tristeza intensa e vontade de se isolar. Por isso, devem ser levadas como um sinal também.

Setembro Amarelo: como prevenir?

A principal função da campanha do Setembro Amarelo é a prevenção do suicídio. Uma dessas formas é a disseminar de informações e incentivar as pessoas a perderem o preconceito.

Estar depressivo pode acontecer com qualquer pessoa. Não é uma doença de “loucos” ou algo como “falta de Deus”.

Precisamos tratar deste assunto tão sério de forma responsável. E, ouvir, é a melhor forma.

Assim, converse com a pessoa que esteja dando esses sinais. Com uma abordagem acolhedora, humana e amigável. Afinal, a pessoa que chega nesse estágio já está desesperançosa com a resolução dos seus problemas.

Por isso é importante demonstrar que ela não está sozinha e que pode contar com você. E, acima de tudo, de que há cura para isso. Incentive ela a procurar ajuda de profissionais como psiquiatras e psicólogos.

Além disso, há serviços de emergência para esses casos. Como em hospitais e através do telefone 188 do Centro de Valorização da Vida.

Dessa forma, com o Setembro Amarelo sendo reforçado por todos, conseguiremos reduzir o número de suicídios. Conscientizando e desmistificando os tabus envolta dessa doença.

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Por meio dele, o médico avalia os batimentos cardíacos fetais, a idade gestacional, o crescimento, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e as condições da placenta. O exame também permite identificar gestações múltiplas (gêmeos), confirmar que o embrião está implantado dentro do útero, rastrear alterações cromossômicas e malformações e detectar precocemente situações que exigem atenção, como deslocamento de placenta ou gravidez ectópica. Esse diagnóstico precoce é o que torna o ultrassom o exame central do pré-natal: quanto antes uma alteração é identificada, maiores as chances de conduzir a gestação com segurança para a mãe e para o bebê. O aparelho funciona por meio de um transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência. Essas ondas atravessam os tecidos, retornam ao equipamento e são convertidas em imagens em tempo real na tela. Como não utiliza radiação ionizante, é considerado seguro em todas as fases da gravidez. Quando fazer o ultrassom obstétrico? Calendário por trimestre O número de ultrassons é definido pelo obstetra, mas uma gestação de baixo risco costuma incluir de três a cinco exames ao longo dos três trimestres. Cada fase tem um objetivo diferente: 1º trimestre (6ª a 9ª semana) – Ultrassom inicial/transvaginal: confirma a gravidez, localiza o saco gestacional, detecta os batimentos cardíacos e estabelece a idade gestacional com precisão. 1º trimestre (11ª a 14ª semana) – Translucência nucal / morfológico do 1º trimestre: rastreia alterações cromossômicas, como a síndrome de Down, e avalia a formação inicial do bebê. 2º trimestre (20ª a 24ª semana) – Morfológico do 2º trimestre: analisa detalhadamente a anatomia fetal e geralmente revela o sexo do bebê. 3º trimestre (a partir da 28ª–34ª semana) – Ultrassom de crescimento e Doppler: acompanha o ganho de peso do bebê, o líquido amniótico, a placenta e o fluxo sanguíneo do cordão umbilical. Importante: este calendário é uma referência geral baseada em diretrizes da FEBRASGO. O número e o momento dos exames sempre dependem da avaliação individual do seu obstetra, especialmente em gestações de risco. Tipos de ultrassom obstétrico Ultrassom transvaginal (precoce) O ultrassom transvaginal é geralmente o primeiro exame da gestação e oferece imagens muito nítidas nas primeiras semanas. Ele é realizado com um transdutor fino introduzido no canal vaginal, o que aproxima o aparelho do útero e permite visualizar o embrião ainda muito pequeno. É indicado a partir da 5ª–6ª semana e tem três funções principais: confirmar que a gravidez está dentro do útero (descartando gravidez ectópica), identificar se é única ou gemelar e, sobretudo, determinar a idade gestacional com exatidão. Essa datação é fundamental porque a contagem baseada apenas na última menstruação pode estar incorreta em uma parcela significativa dos casos, o que afeta a estimativa da data do parto e a avaliação do crescimento do bebê. 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Ultrassom obstétrico: acompanha o desenvolvimento do bebê ao longo da gestação. Permite verificar a frequência cardíaca fetal, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e a idade gestacional. Ultrassom morfológico: oferece imagens mais detalhadas do feto e é solicitado, em geral, entre a 11ª e a 14ª semana ou entre a 20ª e a 24ª semana de gestação. Tem como objetivo identificar precocemente possíveis alterações cromossômicas ou malformações estruturais. Ultrassom transvaginal: realizado com um transdutor de menor porte introduzido no canal vaginal, proporciona imagens mais precisas do útero, das trompas e dos ovários. É frequentemente indicado para investigação de dores pélvicas, sangramento irregular e avaliação de nódulos uterinos e ovarianos. Ultrassom de mama: indicado para avaliação de nódulos, cistos e alterações nas estruturas mamárias. É um exame complementar à mamografia, especialmente em mulheres jovens ou com tecido mamário denso. 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O agendamento pode ser realizado de forma online, pelo WhatsApp ou pelo telefone (19) 3500-1700, com disponibilidade de horários no mesmo dia. Uma das principais vantagens da Consultare é a possibilidade de o paciente consultar o médico e realizar o exame no mesmo local, sem necessidade de encaminhamento externo. A clínica conta com mais de 30 especialidades médicas, equipamentos modernos e equipe altamente qualificada, tudo com o melhor custo-benefício da região. → Agendar exame de ultrassom online Perguntas frequentes sobre ultrassom em Campinas O exame de ultrassom causa dor? Não. O ultrassom é um procedimento totalmente indolor e não invasivo. Aplica-se um gel condutor sobre a pele para melhorar o contato do transdutor e garantir a qualidade das imagens. Não há agulhas, cortes ou qualquer forma de desconforto significativo. É necessário jejum antes do ultrassom? Depende do tipo de exame. O ultrassom abdominal total geralmente requer jejum de 4 a 6 horas e bexiga cheia no momento do exame. Outras modalidades, como ultrassom de mama, de tireoide e transvaginal, não exigem preparo específico. As orientações completas são fornecidas no momento do agendamento. Quanto tempo dura o exame? A duração varia conforme o tipo de ultrassom. Em média, o procedimento leva entre 15 e 30 minutos, incluindo o posicionamento do paciente e a aquisição das

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