Telemedicina: o que é, como funciona e quais os benefícios?

Conforme nossa sociedade avança, mudanças acontecem em diversas áreas. E com a medicina não é diferente! Justamente se tratando desse ramo, é comum que as pessoas se perguntem o que é telemedicina.

Essa é uma modalidade que surgiu das inovações tecnológicas e demandas da sociedade, sendo a prática de atendimentos e serviços médicos a distância.

Para entender em mais detalhes o que é telemedicina, como ela funciona, quais são as suas vantagens e regulamentação, acompanhe nosso artigo!

O que é telemedicina?

Para entender melhor o que é telemedicina, é preciso saber que esta modalidade faz parte da telessaúde.

Assim, ela se trata de uma especialidade médica que cuida da saúde dos pacientes à distância.

Isso é possível por meio de modernas tecnologias digitais, como internet, celular, tablet e plataformas que podem ser acessadas via computador ou notebook.

Ou seja, todos os avanços digitais e científicos contribuíram para o surgimento e evolução da telemedicina, permitindo que profissionais da saúde deem apoio a quem precisa de maneira mais rápida e eficiente.

E embora algumas pessoas ainda rejeitem o que é a telemedicina, esse método não veio para substituir a medicina tradicional, mas sim para aprimorar os seus atendimentos.

Sendo assim, podemos concluir que a telemedicina tem um grande potencial em sociedade, possibilitando a melhora em atendimentos no ramo da saúde, facilitando a conexão entre profissionais e pacientes.

Quando a telemedicina surgiu?

Se além de entender o que é telemedicina, você quer saber um pouco mais sobre o seu surgimento e história, vem com a gente!

A prática da telemedicina tem origem em Israel e é muito comum em países da Europa, como Estados Unidos e Canadá.

Mas seu começo mesmo foi em torno da década de 1950, quando os hospitais já usavam aparelhos de TV para alcançarem pacientes em locais remotos.

Depois desse período, o telefone fixo entrou em cena para facilitar a troca de informações entre paciente e médico.

Avançando ainda mais, tivemos a inserção do celular em sociedade, permitindo também que a telemedicina acontecesse com mais agilidade.

Hoje, esse método pode ser feito através de computadores, tablets e smartphones, seja por ligação ou videoconferência.

Na pandemia da Covid-19, a telemedicina avançou em termos de legislação e em relação a aceitação da população e também da classe médica.

Assim, essa prática permitiu desafogar hospitais durante esse período tão crítico que vivenciamos, além de monitorar os pacientes isolados e facilitar o acesso de médicos em locais remotos.

Como a telemedicina funciona na prática?

Entendendo melhor o que é telemedicina e como ela surgiu, chegou a hora de falar sobre como acontece seu funcionamento na prática.

De maneira geral, o paciente e médico se comunicam na telemedicina por meio de:

  • ligação de telefone;
  • chamada de vídeo;
  • áudio;
  • troca de mensagens de texto.

A partir do momento que o contato é feito, o profissional da saúde faz perguntas em relação ao motivo da consulta do paciente e sobre sua situação, explorando seus sintomas e histórico familiar.

Quando necessário, é solicitado o envio de algum exame ou receita médica, tudo também online.

É comum que os hospitais usem uma plataforma especial para fazer os atendimentos por vídeo, permitindo que médico e paciente entrem numa sala, como se fosse uma reunião virtual para seguir com a consulta.

E a teleconsulta, como funciona?

A teleconsulta pode ser feita usando computadores, tablets ou smartphones.

E embora ela seja prática, a consulta feita tem a troca de informações pessoais e confidenciais, sendo assim, ela deve ser feita em uma plataforma adequada às regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Essa plataforma de teleconsulta deverá disponibilizar recursos ao médico e paciente, como envio de exames, prescrição digital eletrônica válida em qualquer farmácia e integração de dados para que o médico visualize o histórico de saúde do paciente.

Quais são as vantagens da telemedicina?

Após nos aprofundarmos sobre o que é telemedicina, vamos ficar por dentro de quais são suas vantagens? Confira abaixo!

1. Otimização do tempo

A telemedicina ajuda os profissionais da saúde a otimizarem os atendimentos com ajuda da tecnologia, que agiliza os processos que muitas vezes, quando são presenciais, se tornam mais demorados.

Então, os médicos conseguem ter uma agenda mais otimizada e podem ajudar mais pessoas com mais atendimentos.

2. Aumento da capacidade de serviços

Esse aumento da capacidade de serviços está relacionado a agilidade com que os processos podem acontecer.

Por exemplo, laudos médicos podem ser enviados e ficar disponíveis no sistema para que outros profissionais da saúde tenham acesso, sempre que forem autorizados, diferente de arquivos em papel.

3. Maior segurança

Ao armazenar informações de consultas em um ambiente digital, esses conteúdos ficam mais organizados e seguros.

A telemedicina também permite que paciente e médico gravem a consulta, para, por exemplo, confirmar informações posteriormente.

4. Custos menores

Atendimentos presenciais geram gastos tanto para o paciente como para clínicas e hospitais.

O paciente precisa de dinheiro para ir até o local, seja de carro, uber ou ônibus, além do gasto de tempo para chegar até lá.

Já os hospitais e clínicas têm gastos fixos, como manutenção do local, compra de materiais para fazer o atendimento e afins.

Então, com a telemedicina, é possível diminuir esses gastos, bastando a presença de um computador ou smartphone com acesso a internet para que a consulta seja realizada.

5. Maior rapidez no tratamento

Laudos online são mais rápidos de serem feitos e enviados, permitindo que o paciente marque imediatamente uma próxima consulta com um especialista.

E com um laudo médico emitido mais rápido, o paciente pode começar o seu tratamento o quanto antes.

A regulação da telemedicina no Brasil

O primeiro passo para legalização e normatização da telemedicina no Brasil ocorreu em 2002, com a resolução de número 1.642 de agosto.

Nela, foi permitido esse tipo de atendimento para emitir laudos à distância em casos de emergência e algumas regras para quem buscasse essa modalidade.

Em 2020, com a pandemia da Covid-19, o Conselho Federal de Medicina solicitou a liberação da prática de teleorientação, telemonitoramento e teleinterconsulta.

Assim, o Ministério da Saúde liberou, com a lei 13.989 de abril de 2020, a telemedicina para consultas, atendimento pré-clínico, suporte assistencial, diagnóstico e monitoramento.

A telemedicina é confiável?

Se após entender em mais detalhes o que é telemedicina, você ainda tiver dúvidas se ela é confiável, nós podemos te assegurar que sim.

Primeiro porque o Conselho Federal de Medicina estabeleceu diretrizes de como ela deve funcionar na prática.

Segundo porque todos os profissionais que fazem esse tipo de atendimento estão capacitados e bem treinados para te atender.

Além disso, a telemedicina segue mantendo o sigilo entre médico e paciente, seja com relação a laudos, imagens, diagnósticos e informações.

Entendeu um pouco mais sobre a telemedicina? Então venha conhecer nosso serviço!

Conclusão

Com este artigo, nossa missão era te explicar o que é telemedicina, que nada mais é do que um atendimento médico que pode ser feito por ligação de telefone, chamada de vídeo, áudio ou troca de mensagens.

Nós te mostramos aqui como ela funciona na prática e também alguns de seus benefícios, como otimização do tempo, diminuição de custos e maior segurança.

Além disso, certificamos que a telemedicina é confiável, pois ela é regulamentada por lei e tem diretrizes do Conselho Federal de Medicina que devem ser seguidas.

Então, se você precisa fazer uma consulta via telemedicina, fique tranquilo, pois não há o que dar errado nessa modalidade!

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Por meio dele, o médico avalia os batimentos cardíacos fetais, a idade gestacional, o crescimento, a posição do bebê, o volume de líquido amniótico e as condições da placenta. O exame também permite identificar gestações múltiplas (gêmeos), confirmar que o embrião está implantado dentro do útero, rastrear alterações cromossômicas e malformações e detectar precocemente situações que exigem atenção, como deslocamento de placenta ou gravidez ectópica. Esse diagnóstico precoce é o que torna o ultrassom o exame central do pré-natal: quanto antes uma alteração é identificada, maiores as chances de conduzir a gestação com segurança para a mãe e para o bebê. O aparelho funciona por meio de um transdutor, que emite ondas sonoras de alta frequência. Essas ondas atravessam os tecidos, retornam ao equipamento e são convertidas em imagens em tempo real na tela. Como não utiliza radiação ionizante, é considerado seguro em todas as fases da gravidez. Quando fazer o ultrassom obstétrico? Calendário por trimestre O número de ultrassons é definido pelo obstetra, mas uma gestação de baixo risco costuma incluir de três a cinco exames ao longo dos três trimestres. Cada fase tem um objetivo diferente: 1º trimestre (6ª a 9ª semana) – Ultrassom inicial/transvaginal: confirma a gravidez, localiza o saco gestacional, detecta os batimentos cardíacos e estabelece a idade gestacional com precisão. 1º trimestre (11ª a 14ª semana) – Translucência nucal / morfológico do 1º trimestre: rastreia alterações cromossômicas, como a síndrome de Down, e avalia a formação inicial do bebê. 2º trimestre (20ª a 24ª semana) – Morfológico do 2º trimestre: analisa detalhadamente a anatomia fetal e geralmente revela o sexo do bebê. 3º trimestre (a partir da 28ª–34ª semana) – Ultrassom de crescimento e Doppler: acompanha o ganho de peso do bebê, o líquido amniótico, a placenta e o fluxo sanguíneo do cordão umbilical. Importante: este calendário é uma referência geral baseada em diretrizes da FEBRASGO. O número e o momento dos exames sempre dependem da avaliação individual do seu obstetra, especialmente em gestações de risco. Tipos de ultrassom obstétrico Ultrassom transvaginal (precoce) O ultrassom transvaginal é geralmente o primeiro exame da gestação e oferece imagens muito nítidas nas primeiras semanas. Ele é realizado com um transdutor fino introduzido no canal vaginal, o que aproxima o aparelho do útero e permite visualizar o embrião ainda muito pequeno. É indicado a partir da 5ª–6ª semana e tem três funções principais: confirmar que a gravidez está dentro do útero (descartando gravidez ectópica), identificar se é única ou gemelar e, sobretudo, determinar a idade gestacional com exatidão. Essa datação é fundamental porque a contagem baseada apenas na última menstruação pode estar incorreta em uma parcela significativa dos casos, o que afeta a estimativa da data do parto e a avaliação do crescimento do bebê. 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