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telemedicina

O avanço da telemedicina

Além dos avanços da tecnologia, a pandemia trouxe um destaque ainda maior para a telemedicina. Cada vez mais sendo utilizada pela população e, também, pelos médicos. Assim, conseguem fazer uma avaliação do paciente de forma simples e ágil.

Essa é uma área médica de atendimento remoto ao paciente. Tornando a saúde acessível para todos, em qualquer hora e lugar. Dessa forma, é possível realizar consultas e exames, além de apoio a outros médicos.

Neste conteúdo, você vai saber o que é telemedicina, como ela funciona e quais são suas vantagens. Além disso, veja a diferença com o termo “telessaúde”. Continue a leitura.

Veja também: Consulta médica online.

O que é telemedicina?

A telemedicina abrange toda área médica que é feita à distância. Desde consultas e exames com pacientes, até troca de informações e ajuda entre os especialistas.

Teve sua origem em Israel, mas hoje é muito utilizada nos Estados Unidos, Canadá e Europa. No Brasil, ela já vem sendo utilizada por hospitais desde 2019, como o Albert Einstein. Em 2021, mais de 70% das instituições médicas já ofereciam esse serviço.

Assim, a tecnologia utilizada evoluiu muito nos últimos anos. Hoje os meios de comunicação entre médico e paciente podem ser através do telefone e, principalmente, pela internet. As videoconferências através de computadores, tablets e smartphones ampliaram muito o campo da telemedicina.

Com isso, fica muito mais simples monitorar e atender pacientes. Além de interpretar exames, fazer laudos, receituários, etc.

Porém, não é apenas para o auxílio dos pacientes que a telemedicina serve. Clínicas e hospitais podem fazer trocas de informações entre os médicos. Sendo possível compartilhar laudos, diagnósticos e exames de forma rápida e eficiente.

Assim, os serviços médicos podem ser levados a qualquer lugar. Aumentando as chances de um diagnóstico mais correto e tornando mais acessível o atendimento.

Por exemplo, já foram realizadas cirurgias com um médico por teleconferência, auxiliando o outro. Dessa forma, é possível conseguir um especialista de maneira virtual. Seja de qualquer parte do país ou do mundo.

E com a pandemia, o avanço da telemedicina foi significativo. Houve regulamentação e legislação sobre essas práticas. Além de ajudar a desafogar os hospitais.

Principalmente para aquelas pessoas que estavam com sintoma e não queriam correr o risco de infectar outros. Mas, também, por idosos e pacientes com difícil locomoção que precisavam continuar seus tratamentos.

Como funciona?

A telemedicina funciona através de softwares, equipamentos digitais, internet e especialistas qualificados. Entretanto, de acordo com a regulamentação do Conselho Federal de Medicina (CFM), é preciso que as plataformas assegurem a privacidade do paciente.

Dessa forma, a clínica, consultório ou hospital precisa de um prontuário eletrônico com certificação de segurança NGS-2. Sendo esse, emitido pela pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e o CFM.

Além disso, o CFM põe como regra que o médico só atue dentro do estado que estiver. E, ainda, tenha adquirido a assinatura digital junto à Receita Federal.

O paciente também precisa assinar um termo de consentimento do atendimento remoto. Podendo ser por vídeo ou documento enviado.

Com todos os documentos corretos, a consulta se dá por videochamada entre o médico e o paciente. Utilizando softwares e plataformas próprias para o atendimento clínico, é possível fazer laudos, criar receituários e prontuários. Eles são enviados por e-mail ou SMS.

Leia mais sobre o check-up médico.

Vantagens da telemedicina

A telemedicina nasceu com o objetivo de tornar o atendimento médico mais acessível. Como não é necessário o deslocamento, ela quebra barreiras geográficas, levando a saúde para mais pessoas.

O paciente não precisa sair de sua casa. Evitando se contaminar ou criar problemas quanto à sua locomoção. 

Para os médicos, leva a possibilidade de ampliar seus conhecimentos, com opiniões de outros especialistas, não importa onde estejam. Fazendo com que o diagnóstico seja mais assertivo.

Além disso, traz a possibilidade de um monitoramento maior do paciente. Principalmente para doenças crônicas, idosos ou gestantes.

Assim, a telemedicina se mostra mais confiável, barata, prática e acessível. Tanto para os pacientes, quanto para os médicos.

Telemedicina ou telessaúde?

A diferença entre a telemedicina e a telessaúde é que a segunda engloba mais serviços. Por exemplo, a teleducação, investigação telepidemiológica, redes de administração e gestão em saúde.

Sendo assim, a telessaúde é o conjunto de diversos serviços médicos à distância que utilizam Tecnologias da Informação e Comunicação. E a telemedicina é apenas um desses, onde utiliza softwares e plataformas para laudos online.

A Consultare oferece diversas especialidades no modo da telemedicina. Você pode se consultar com, por exemplo, cardiologista, dermatologistas, neurologistas ou urologistas de forma online.

Contando sempre com os melhores preços e atendimento de qualidade. Além disso, possuímos a coleta de exames e vacinas em domicílio. Levando mais praticidade para você.

Dessa forma, a telemedicina consegue auxiliar o paciente em várias situações. Além de ser uma ótima ferramenta para os médicos trocarem informações sobre diagnósticos.

Continue lendo nosso blog.

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Vacina contra meningite: quais são, quem deve tomar e onde tomar em Campinas

Existem cinco vacinas que protegem contra os principais causadores da meningite: meningocócica C, meningocócica ACWY, meningocócica B, pneumocócica conjugada e a vacina contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib). Todas fazem parte do calendário infantil, mas nem todas estão disponíveis no SUS, a meningocócica B, por exemplo, só existe na rede privada. Na Clínica Consultare, em Campinas, a aplicação é feita nas três unidades e também em casa, sem convênio e sem mensalidade. São cinco vacinas, porque a meningite não tem uma única causa: ela pode ser provocada por bactérias, vírus ou fungos diferentes. Cada vacina cobre um agente específico. Não existe uma dose única que proteja contra todos eles, por isso o calendário completo importa mais do que qualquer vacina isolada. Vacina Protege contra Onde encontrar Meningocócica C (conjugada) Meningococo do sorogrupo C SUS e rede privada Meningocócica ACWY (conjugada) Meningococos A, C, W e Y SUS (12 meses e 11–14 anos) e rede privada Meningocócica B (recombinante) Meningococo do sorogrupo B Somente rede privada Pneumocócica conjugada Streptococcus pneumoniae (pneumococo) SUS e rede privada Hib (dentro da pentavalente) Haemophilus influenzae tipo b SUS e rede privada Nenhuma delas protege contra a meningite viral, que é a forma mais comum e, em geral, mais branda. Algumas vacinas de rotina, no entanto, reduzem indiretamente o risco de meningite viral por prevenir as doenças que podem evoluir para ela, como caxumba, sarampo e catapora, por exemplo. Qual a diferença entre meningocócica C, ACWY e B? A diferença é a quantidade de sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis que cada uma cobre. A meningocócica C protege contra um sorogrupo. A ACWY protege contra quatro (A, C, W e Y) é a de maior espectro. A meningocócica B cobre o sorogrupo B, que hoje é um dos que mais causam doença meningocócica em crianças pequenas no Brasil e não é coberto por nenhuma das outras duas. Na prática, isso significa que uma criança vacinada apenas com a meningocócica C está protegida contra parte do problema, não contra ele todo. As sociedades médicas recomendam, sempre que possível, usar a ACWY no lugar da C e complementar com a vacina B. O que mudou no calendário do SUS? Desde julho de 2025, o SUS substituiu a meningocócica C pela ACWY na dose de reforço dos 12 meses. Antes, a ACWY só era oferecida na rede pública para adolescentes de 11 a 14 anos. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias que ainda não tomaram o reforço podem regularizar o calendário com a ACWY. Em 2026, outra mudança em andamento afeta indiretamente a prevenção da meningite: o Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da vacina pneumocócica 10-valente pela 20-valente, que cobre mais sorotipos do pneumococo. Durante a transição, podem ocorrer esquemas mistos, conforme a disponibilidade nos municípios. O que fazer com essa informação: se o seu filho tem entre 1 e 5 anos e tomou apenas a meningocócica C, vale levar a caderneta para uma avaliação. Em muitos casos há indicação de atualizar com a ACWY. Calendário de vacinação contra meningite por idade Este é o esquema de referência. O calendário individual pode mudar conforme o histórico de cada pessoa, por isso a caderneta deve ser sempre avaliada por um profissional. Idade Vacina Doses 2 meses Pentavalente (contém Hib) · Pneumocócica conjugada 1ª dose 3 meses Meningocócica C 1ª dose 4 meses Pentavalente (Hib) · Pneumocócica conjugada 2ª dose 5 meses Meningocócica C 2ª dose 6 meses Pentavalente (Hib) 3ª dose 12 meses Meningocócica ACWY · Pneumocócica conjugada Reforço 11 a 14 anos Meningocócica ACWY Dose única, independentemente do histórico Na rede privada, o esquema costuma ser ampliado: ACWY já a partir dos 3 meses (no lugar da C), meningocócica B aos 3, 5 e 12 meses, e reforços adicionais de ACWY entre 5 e 6 anos e aos 11 anos. Adulto precisa tomar vacina contra meningite? Depende da idade e da situação. No SUS, a vacinação contra meningite se encerra aos 14 anos. Na rede privada, a ACWY é indicada para adultos em situações específicas: viagens internacionais (peregrinação a Meca exige comprovante), viagens para regiões com surto, moradia em alojamento coletivo, universidade e serviço militar, além de pessoas com condições que aumentam o risco de doença invasiva, como ausência de baço, deficiências do sistema complemento e imunossupressão. A meningocócica B também pode ser indicada para adolescentes e adultos jovens, especialmente em ambientes de convivência próxima. Em qualquer um dos casos, a indicação é individual e deve ser feita em consulta. Quais vacinas contra meningite não estão no SUS? Três situações não são cobertas pela rede pública e precisam ser feitas na rede privada: Meningocócica B: não faz parte do calendário do SUS em nenhuma idade. ACWY antes dos 12 meses: no SUS, a ACWY entra só no reforço de 1 ano; quem quer o esquema ampliado desde os 3 meses faz na rede privada. Vacinação de adultos:  fora dos grupos de risco atendidos em serviços especializados. É exatamente aí que uma clínica particular acessível resolve o problema: sem mensalidade, sem convênio e pagando apenas pela dose aplicada. Quanto custa a vacina contra meningite em Campinas? Na Clínica Consultare, a aplicação é particular e o valor é cobrado por dose, sem taxa de adesão e sem mensalidade: Confira condições e disponibilidade em estoque e valores com nossos especialistas pelo WhatsApp (19) 3500-1700. Importante: as vacinas do calendário básico infantil são gratuitas nas Unidades Básicas de Saúde de Campinas. A rede privada faz sentido quando você precisa de uma vacina que o SUS não oferece (como a meningocócica B), quer o esquema ampliado, precisa de horário fora do expediente da UBS ou quer aplicação em casa. O que é meningite e quais são os sintomas? Meningite é a inflamação das meninges das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos. A forma bacteriana é a mais grave: evolui rápido, em algumas horas, e pode deixar sequelas como perda auditiva, lesões cerebrais e amputação de

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