Oftalmologista: a importância de se consultar com um

O oftalmologista é o médico responsável por cuidar da visão. Esse especialista analisa muito mais do que a capacidade de enxergar. Ele também diagnostica e trata alterações nas estruturas internas dos olhos. Essa parte da medicina abrange um pouco da área clínica, um pouco da cirúrgica e de exames. Assim, durante as consultas, ele realiza alguns testes para poder determinar qualquer doença e/ou desvio. Continue a leitura deste conteúdo. Você vai saber mais sobre o que faz o oftalmologista, a importância de se consultar com esse especialista e as principais doenças que ele trata. Confira. Leia sobre check-up médico. O que um oftalmologista faz? O olho é um órgão muito complexo. Por isso, ele exige um cuidado especial. Já que é através da visão que processamos a maior parte das informações que recebemos do meio ao nosso redor. Pelo menos 2,2 bilhões de pessoas sofrem de algum grau de deficiência visual no mundo, segundo o Relatório Mundial sobre a Visão da Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessas, 1 bilhão poderia ter sido evitado ao ter consultas com um oftalmologista regularmente. Já que nas consultas com o oftalmologista são feitos testes que permitem avaliar a capacidade visual e as outras características ou desvios. Fazendo com que ele seja o responsável por prescrever receitas de óculos, uso de colírios ou até cirurgias. Mas esse especialista não cuida apenas da visão. Sendo responsável também por toda a estrutura dos olhos, como canal lacrimal e pálpebras. Por isso, é recomendado passar por uma consulta a cada ano. Pois, só essa especialidade pode realizar consultas rotineiras, prescrever tratamentos, fazer exames simples, complexos e até cirurgias. Entretanto, caso sinta algum desconforto ou alteração, procure o médico o mais rápido possível. Principalmente para pessoas de idade avançada, quem já têm algum diagnóstico ou histórico familiar de alguma doença ocular. E para tratar cada caso, existem algumas subespecialidades dentro da oftalmologia. Como a parte pediatria, plástica ocular, neuro-oftalmologia, oncologia ocular, glaucoma, doenças orbitárias e cirurgia refrativa. Por que ir ao Oftalmologista? De acordo com a Agência Brasil, 1 a cada 5 brasileiros, entre 18 e 24 anos, nunca foi ao oftalmologista. E apenas 10% dessa amostra fez uma única consulta na vida. Isso porque, o funcionamento ocular é muito complexo, e por isso precisa ser tratado com muita atenção. Procurar ajuda dos especialistas para exames de rotina é a melhor opção para prevenir ou detectar precocemente alguma doença. Além de observar o grau de visão dos pacientes, esse especialista consegue analisar o olho com uma riqueza de detalhes. Isso porque, ele utiliza um aparelho chamado biomicroscópio para aumentar em até 40 vezes a imagem do olho. Assim, consegue fazer uma avaliação mais precisa sobre a saúde desse órgão. Junto com a análise se o paciente tem alguma dificuldade para enxergar perto ou longe, por exemplo. Entretanto, se você sentir algum desses sintomas: Coceira ou pressão nos olhos; Diabetes ou hipertensão; Doenças hereditárias; Dificuldade de focar objetos longe ou perto; Visão dupla ou manchas na visão; Dores de cabeça ou atrás dos olhos; Dificuldade para distinguir cores; Olhos lacrimejando muito; Sensibilidade à luz; Vermelhidão ou inchaço. Procure um oftalmologista para investigar o que pode ser. Caso a visão esteja normal, ainda é importante fazer consultas regulares uma ou duas vezes por ano. Doenças oftalmológicas O mais comum é associarmos essa especialidade apenas ao tratamento da miopia ou hipermetropia. Mas o médico também cuida, prescreve e trata outras doenças, além de realizar procedimentos cirúrgicos. Com a cirurgia refrativa, na retina, vias lacrimais, etc. As doenças mais comuns são: Astigmatismo; Catarata; Degeneração macular; Estrabismo; Glaucoma; Hipermetropia; Miopia; Pterígio; Retinopatia diabética; Cegueira; Estrabismo; Conjuntivite; Terçol; Ceratocone; Blefarite; Daltonismo; Presbiopia; Nistagmo. O glaucoma e a retinopatia diabética são doenças que podem causar cegueira irreversível. Já a catarata pode ser tratada através de uma cirurgia. Mas, de qualquer forma, é muito importante ir às consultas para ter um diagnóstico o quanto antes, e evitar consequências graves. A maior parte das doenças nos olhos são silenciosas. Só conseguimos ter um sintoma perceptível quando ela já está num estágio mais avançado. Por isso, a importância de consultar com um oftalmologista. Conheça também as doenças neurológicas. Oftalmologista ou oculista? Algumas pessoas ainda ficam na dúvida se o correto é oftalmologista ou oculista. Como dissemos, o primeiro é o médico responsável por diagnosticar e tratar os distúrbios relacionados aos olhos. Por exemplo, a miopia. Já o oculista é um profissional especializado em ler as receitas passadas pelo oftalmo. Assim, ele consegue produzir, consertar e fazer a manutenção das lentes e da armação dos óculos. Ajudando os pacientes a saber quais são as melhores lentes, etc. Portanto, o oculista só atenderá aqueles em que os problemas podem ser solucionados com a utilização de óculos. Seja para miopia, hipermetropia ou astigmatismo. A Consultare oferece os melhores oftalmologistas, por preços que cabem no seu bolso. Assim, é possível manter as consultas em dia e ainda realizar os exames necessários, cuidando da saúde dos olhos. Agende um horário. Não deixe de ler os conteúdos no nosso blog!
Outubro Rosa: a importância do diagnóstico precoce

A campanha do Outubro Rosa marca este mês em todo país e mundo. Criada em 1997 nos Estados Unidos, ela tem como objetivo conscientizar a população feminina sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante todo o mês são realizadas diversas ações para incentivar as mulheres a fazer os exames regularmente. Pois, com um diagnóstico precoce, as chances de cura chegam em 95%. Continue a leitura deste conteúdo. Vamos explicar mais sobre a campanha, o que é e quais os sintomas do câncer de mama. Além disso, veja como é feito o autoexame. Confira. Outubro Rosa Esta campanha, iniciada no final dos anos 90, tem como objetivo principal a disseminação de informações sobre o câncer de mama. Assim, é esperado que a população feminina faça os exames de rotina e o autoexame. Pois, nos estágios iniciais, a doença pode não apresentar nenhum sintoma. Dessa forma, caso seja diagnostica precocemente, as chances de cura são bem altas. De tal forma que pode evitar sessões de quimioterapia ou até perda da mama. Atualmente, o Outubro Rosa também inclui o câncer de colo de útero na sua campanha. Já que esta é outra doença que causa óbitos, e precisa ser divulgado seu diagnóstico e tratamento precoce. O símbolo da campanha começou a ser usado numa corrida pela cura do câncer, feita pela Fundação Susan G. Komen. Hoje em dia, monumentos públicos de diversos países ficam iluminados de rosa, em apoio ao movimento. Já no Brasil, as campanhas de conscientização começaram em 2002. Mas apenas em 2018 que foram instituídas por lei federal. O Instituto Nacional do Câncer (INCA), está presente nessa campanha desde 2010. Com eventos técnicos, debates e apresentações sobre o tema. Além disso, produz materiais educativos para disseminar informações. Câncer de mama O Outubro Rosa é focado no câncer de mama, pois este é o câncer que mais mata as mulheres. Segundo o INCA, a taxa de mortalidade é de 11,84 óbitos/100.000 mulheres em 2022. Para o ano de 2022 foram estimados 66.280 casos novos. E o que mais preocupa é a baixa solicitação de exames para o diagnóstico. Já que em 2021, o SUS (Sistema Único de Saúde) fez apenas 10% de punção por agulha grossa (PAG) e 15% da biópsia. A importância do diagnóstico precoce é muito importante, por se tratar de uma doença grave. Pois é um tumor maligno que ataca o tecido mamário. Ele desenvolve quando há alteração de apenas alguns trechos das moléculas de DNA, causando as anomalias. Apesar de ter a maior incidência nas mulheres, é possível acometer homens também – mas numa taxa muito menor. Assim, os fatores de risco podem ser: Idade avançada; Exposição prolongada aos hormônios femininos; Excesso de peso; Histórico familiar; Portador do gene BRCA1 E BRCA2; Mulheres que não tiveram filhos ou filho após 35 anos; Não amamentaram; Menstruação muito cedo; Menopausa muito tarde. Sintomas Em muitos casos, essa doença começa silenciosa, com sintomas leves. O principal dele é a aparição de um caroço – ou nódulo – endurecido, fixo e indolor na mama. Os outros sinais são: Mama avermelhada ou parecida com casca de laranja; Aumento da mama; Retração da pele ou do mamilo; Saída espontânea de líquidos; Pequenos caroço no pescoço ou axilas. Vale lembrar que nem todo nódulo significa câncer. Por isso, é fundamental procurar um médico caso sinta algum desses sintomas. Autoexame A realização do autoexame é outro ponto muito divulgado pelas campanhas do Outubro Rosa. Isso porque, ele é uma forma de ter um diagnóstico mais rápido, evitando complicações. É recomendado para todas as mulheres maiores de 20 anos. Deve ser feito 7 dias após o inicio da menstruação. E para quem está na menopausa, escolha um dia por mês para fazê-lo. Em frente ao espelho, observe os seios com os braços caídos, na cintura e atrás da cabeça. Veja se há alteração no tamanho, posição e forma. Também é importante pressionar o mamilo para ver se sai alguma secreção. Depois, em pé, levante o braço esquerdo, por exemplo, e o apoie sobre a cabeça. Com a mão direita, apalpe o seio esquerdo devagar, fazendo movimentos circulares e de cima para baixo. Repita esses passos com a outra mama. Caso sinta algum nódulo, mudança na textura ou no tamanho, procure um médico ginecologista. Diagnóstico O diagnóstico precoce pode salvar vidas. Além do autoexame, faça consultas e exames regularmente, sendo o ultrassom das mamas ou a mamografia. A mamografia é indicada para mulheres acima dos 40 anos ou para quem já tem a presença de nódulos. É um exame de imagem que consegue dar um diagnóstico com mais clareza. Em alguns casos, é solicitado também uma biópsia para definir se é maligno ou não. O diagnóstico tardio pode mostrar que o câncer já está em estágios avançados. Por exemplo, na metástase, que é quando o tumor já se espalhou para outros órgãos. Por isso, é fundamental se cuidar e fazer o autoexame. Além de manter em dia as consultas ginecológicas e exames. A Consultare possui todos os exames para ter um diagnóstico completo. Além disso, conta com check-up feminino com preços especiais para cuidar da saúde da mulher. Agende o seu agora. E não deixe de conferir os outros conteúdos no nosso blog.
Clínica popular: o que é e como funciona?

Muito tem-se falado sobre clínica popular. Ainda mais em um período pós-pandêmico, onde foi exigido muito do setor de saúde. De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), apenas um pouco mais de 23% dos brasileiros possuem plano de saúde. Já o serviço de saúde pública enfrenta uma alta demanda. Assim, para que todos tenham o acesso à saúde, nasceram as clínicas populares. Neste conteúdo, vamos entender mais o que define uma clínica popular, como funciona e suas vantagens. Continue a leitura. O que é clínica popular? As clínicas populares oferecem consultas, exames e outros serviços médicos, com valores bem acessíveis e atendimento rápido. Criadas em 1996, esse modelo tem como principal objetivo democratizar o acesso à saúde de qualidade. Assim, possui foco em classes sociais que não podem pagar os altos preços dos planos de saúde ou serviços particulares. De acordo com o Procon-SP, em 2021 mais de 3 milhões de pessoas deixaram seus convênios, devido aos aumentos e reajustes nos preços. Assim, a saída foram as clínicas populares. Visto que possuem um atendimento rápido e completo, sem filas. Principalmente para aqueles que precisam de cirurgias, tratamento de doenças crônicas, dores, entre outros. Elas contam com consultas dos mais diversos especialistas. Como, por exemplo: Cardiologista; Pediatra; Ortopedista; Clínico Geral; Dentista; Dermatologista; Ginecologista; Oftalmologia; Neurologista; Psicólogo; Psiquiatria; Urologia. Além dessas, e outras especialidades, as clínicas oferecem os mais diversos exames, vacinas e todos os procedimentos odontológicos. Bem como preços acessíveis, e ainda, um atendimento de qualidade, com uso de alta tecnologia. Já os exames podemos citar: Exames de sangue; Raio-X; Endoscopia e colonoscopia; Mamografia; Diferentes tipos de ultrassom; Biópsias; Ecocardiograma; Papanicolau; Eletrocardiograma. Sendo assim, esse modelo de negócio consegue estar mais próximo dos pacientes. Já que oferece um atendimento humanizado, rápido e mais barato. Sem mensalidade ou reajustes constantes. Dessa forma, o paciente encontra todas as soluções em um único lugar. Podendo sair de uma consulta e já realizar seu exame, por exemplo. Como funciona? Não há muitos segredos. Uma clínica popular funciona como qualquer outra. Assim, oferece uma grande gama de serviços de saúde, sejam consultas ou exames. Entretanto, a grande diferença dela para as outras é com relação ao preço. Já que oferece todos os serviços de saúde com valores mais em conta. Além disso, não há nenhuma mensalidade, taxa ou carência. Sendo assim, para ter acesso ao serviço, o paciente só precisa ligar e agendar a consulta ou exame que deseja. Então, no dia marcado é feito o pagamento, com condições que variam de clínica para clínica. Em alguns exames não há nem a necessidade de marcar hora. Sendo esse outro diferencial da clínica popular, onde é possível conseguir agendamento para o mesmo dia. Assim, o paciente paga pelo serviço que precisa, com valores bem acessíveis. E recebe um atendimento imediato, de qualidade e sem parcelas. Vantagens da clínica popular A vantagem de ir em uma clínica popular é o grande diferencial dela: ter um atendimento humanizado, rápido e por preços acessíveis. Já que no sistema público e nos serviços particulares, há fila de espera e valores elevados. Dessa forma, é ideal para quem precisa de um atendimento rápido. Já que não precisando ficar em filas de espera ou aguardar meses. Assim, o procedimento é bem desburocratizado, facilitando o agendamento. E, ainda, o paciente pode passar em várias especialidades diferentes. Com a possibilidade de fazer os exames necessários com a mesma rapidez. Em alguns casos, sem necessidade de agendar. Além disso, tem a facilidade de realizar todos os serviços de saúde no mesmo lugar. Sem perder tempo fazendo agendamento para vários dias. Com um diagnóstico mais rápido e com toda a segurança. A clínica popular também abrange todas as idades. Desde bebês até idosos, todos podem realizar consultas, exames e procedimentos no mesmo lugar. Tudo isso por preços acessíveis. Não tendo taxas, nem carência e nem os valores altos de uma consulta particular. Diferença entre clínicas populares e centros de saúde Um centro de saúde tem o atendimento gratuito, feito pelo SUS. Apesar de também ter uma enorme variedade nos serviços, há uma enorme fila de espera. Os dois modelos de saúde oferecem desde os serviços básicos de medicina, até os mais complexos. Atuando na prevenção, tratamento e cura de doenças. Além da reabilitação, como fisioterapia. Mas, a clínica popular oferece atendimento rápido e por um preço acessível. Enquanto no outro, é preciso esperar o tempo que for. As Unidades de Pronto Atendimento (UPA) atendem 24 horas por dia, ideias para emergências. E já os Postos de Saúde têm os serviços médicos realizados sob agendamento. Porém, como dissemos anteriormente, o paciente fica sujeito ao tempo de espera de cada especialidade. Podendo ser atendimento em poucos dias ou só depois de meses. A Consultare é uma das clínicas populares que oferece mais de 30 especialidades. Além de diversos exames de imagem e laboratoriais, vacinas e procedimentos estéticos. Com um agendamento rápido, o paciente consegue horário para o mesmo dia. E em alguns exames, nem é preciso marcar. Basta ir até uma de nossas unidades e realizar o processo. Contando com os melhores preços, profissionais altamente qualificados e o melhor da tecnologia. Levando um diagnóstico mais preciso ao paciente. De varias especialidades diferentes. Continue lendo nosso blog!
Segurança do paciente: o que é e como implementar

Você sabe o que é segurança do paciente? Ela envolve ações feitas pelas clínicas de saúde, que tem como objetivo reduzir o risco de danos associados aos cuidados com os pacientes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o dia 17 de setembro como o Dia Mundial da Segurança do Paciente. E no Brasil, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), para qualificar esse cuidado em todos os centros de saúde – privado e público. Neste conteúdo, vamos falar mais sobre o que é segurança do paciente. Confira também quais são os riscos e como proteger deles. Continue a leitura. Leia também: o avanço da telemedicina. O que é segurança do paciente? Reúne estudos e práticas que ajudam a diminuir, ou eliminar, todos os riscos na saúde que podem causar no paciente. Tem o objetivo de reduzir incidências que acontecem com aqueles que já estão doentes. Como, por exemplo, quedas, erros de medicamentos, infecções hospitalares ou de procedimentos cirúrgicos. Além de campanhas para incentivar e conscientizar sobre a higienização das mãos. Essas situações não intencionais podem prolongar o tempo de internação e/ou piorar o quadro de saúde de um paciente. Por isso, os profissionais precisam conhecer melhor aqueles que estão cuidando, para ter ações com mais qualidade e segurança. Assim, foram criados os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente. Baseados nas metas internacionais da OMS e coordenada pelo Programa Nacional de Segurança do Paciente, do Ministério da Saúde. Protocolos Básicos de Segurança do Paciente Os protocolos ajudam a promover melhorias na segurança do paciente. Para isso, são apresentadas soluções baseadas em evidências, que conseguem reduzir ou eliminar os riscos. Assim, os 6 protocolos básicos são: Identificação do paciente: com a identificação correta de cada um é assegurado que o cuidado certo seja feito para a pessoa na qual se destina; Prevenção de lesão por pressão: feridas causadas por falta de higienização. Acontece geralmente em pacientes internados por muito tempo; Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos: promover práticas seguras no uso de remédios; Cirurgia segura: medidas para diminuir os incidentes que acontecem durante as cirurgias, por meio da Lista de Verificação de Cirurgia feita pela OMS; Prevenção de quedas: reduzir as ocorrências de quedas de pacientes nos pontos de assistência, avaliando os riscos e garantindo o cuidado; Prática da higienização das mãos em serviços de saúde: evitar a transmissão de microrganismos, controlando infecções cruzadas. Riscos na saúde e implementação Durante todas as etapas de atendimento ao paciente podem acontecer acidentes. Sendo os mais comuns: quedas, administração incorreta de remédios, erros durante uma cirurgia, troca de nome de paciente, etc. Por isso, vem a importância de programas de prevenção aos acidentes. A fim de divulgar cada vez mais para todos os profissionais, pacientes, familiares e pesquisadores sobre a importância do tema. Afinal, quando um paciente vai procurar um serviço de saúde, já sabemos que algo não está bem no corpo dele. E, esses acontecimentos podem piorar ainda mais seu quadro. O desafio de pôr em prática esses protocolos está no comprometimento dos profissionais e na falta de registro dos acontecimentos. Dessa forma, os gestores precisam manter a equipe engajada com as questões de segurança. E, a forma mais efetiva é mostrando os dados dos acontecimentos que impactaram a saúde do paciente. Mas, para isso, é preciso sempre manter tudo registrado. Por isso, eles devem registrar todo e cada acidente. Pois, assim, conseguirão mensurar os eventos ocorridos e desenvolver um sistema de gerenciamento dos problemas. Só assim será possível analisar e encontrar ações para corrigir e evitar que aconteça novamente. Reduzindo os riscos aos pacientes e tornando o ambiente mais seguro. Como melhorar a segurança do paciente? Cada agente pode fazer a sua parte. Seja profissional da saúde, pesquisados, associação e até o próprio paciente. Assim, gestores, donos e administradores dos centros de saúde devem ler os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente e colocá-los em prática. Já para os médicos é preciso ter cuidado com os pacientes, trabalhando em conjunto com todos. Bem como ter uma cultura de segurança aberta e transparente. Além do trabalho contínuo de melhorar suas habilidades e conhecimentos para a saúde das pessoas. O pesquisador precisa de evidências para a melhora da saúde no paciente. Dessa forma, ele consegue aperfeiçoar seus conhecimentos e métricas sobre o assunto, e planejando protocolos de segurança. E os pacientes devem se envolver ativamente nos cuidados com a saúde. Por exemplo, fazer perguntas, tirar dúvidas e saber tudo o que está acontecendo e o que será feito para melhorar. Para isso, é preciso fornecer as informações corretas e precisas sobre o histórico de saúde. Assim, os profissionais conseguirão oferecer o melhor tratamento para o problema. A Consultare possui médicos extremamente qualificados. Pensando na segurança dos nossos pacientes, estamos sempre melhorando o atendimento para oferecer a melhor qualidade de serviço. Continue lendo nossos conteúdos no blog!
Setembro Amarelo: o que é a campanha e como podemos ajudar?

A campanha do Setembro Amarelo 2022 tem como tema “a vida é a melhor escolha”, e tem como objetivo prevenir o suicídio. Assim, traz esse tema para as rodas de conversa, desmistificando o assunto que ainda é tabu para muitos. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) junto com o Conselho Federal de Medicina (CFM) realizam essa campanha desde 2014. Apesar de acontecer ações durante todo o mês, o dia 10 que é o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Neste conteúdo, vamos abordar mais sobre a campanha. Veja como começou, as causas que levam ao suicídio, sinais e como podemos ajudar a preveni-lo. Continue a leitura. Leia também: O que é telemedicina. Setembro Amarelo A Campanha do Setembro Amarelo teve origem nos Estados Unidos em 1994 com caso de um adolesceste, chamado Mike Emme, que cometeu suicídio. Como ele tinha um carro amarelo, no seu velório, os pais e amigos distribuíram cartões com fitas amarelas para conscientizar a todos. Inspirados nessa história, a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotaram a cor para criar a campanha. Assim, o mês de setembro é marcado pelo objetivo de chamar atenção dos governantes e sociedade sobre o assunto. Afinal, o suicídio é um problema de saúde pública, que afeta todos os países. Então, através da campanha, é esperado reduzir os preconceitos e conscientizar a população sobre a importância de cuidar da saúde mental. De acordo com o DataSUS, nos últimos 20 anos, os casos de suicídio no Brasil subiram de 7 mil para 14 mil (sem contar os não notificados). Isso corresponde a mais de um óbito a cada hora. O que supera o número de acidentes de motos, por exemplo. A OMS mostra dados que desde 2017 o Brasil é o país com mais pessoas ansiosas. E a Universidade de São Paulo, através de uma pesquisa, constatou que 57% da população tem depressão. Com relação aos números em todo o mundo, a OMS registrou mais de 700 mil casos de suicídio. Apesar desses números estarem em queda nos últimos anos em todo o mundo, os países da América, em especial o Brasil, estão no sentido contrário. Um dos fatores desse aumento é a pandemia. Isso porque, com o isolamento, morte de pessoas próximas e dificuldades financeiras causadas pelo Covid, pioraram ainda mais a saúde mental. Suicídio Como a campanha do Setembro Amarelo visa conscientizar sobre o suicídio, vamos te mostrar tudo o que envolve. Saiba quais podem ser suas causas, sinais e tratamentos. Causas O suicídio não é causado apenas por um fator. Normalmente, são um conjunto de doenças e acontecimentos que levam uma pessoa a tomar essa atitude. O mais comum deles é a depressão. Ela traz sentimentos fortes de solidão e tristezas, assim como de que nada mais tem solução. Rotinas com muito estresse, cobranças e frustrações podem levar a pessoa a se sentir insuficiente com tudo relacionado a ela. Isso intensifica a falta do amor-próprio, afetando todas as nossas outras relações. A mesma coisa acontece com quem apresenta transtorno de bipolaridade. Ir de um extremo ao outro das emoções é desgastante e frustrante para a pessoa que passa. Por isso, o paciente tem irritabilidade em excesso, dificuldade de focar e pensamentos suicidas. Esquizofrenia e transtorno de personalidade também podem levar a uma tentativa de suicídio. Já que são doenças que intensificam as emoções. Porém, mesmo que algumas doenças mentais possam desencadear uma tentativa suicida, é preciso prestar atenção. Já que os pacientes que estão nesse estágio sentem que não são merecedores de preocupação. Assim, eles não pedem ajuda e passam por toda essa tristeza em silêncio e sozinhos. Por isso, algumas vezes, nem imaginamos que aquela pessoa tentaria tirar sua própria vida. Sinais Apesar de os sintomas que levam a uma tentativa de suicídio serem, muitas vezes, silenciosos, os pacientes vão dando sinais. Muitos deles são ignorados pelas pessoas ao redor, por acreditarem ser “frescura”. Porém, é fundamental não diminuir a dor de ninguém e sempre oferecer ajuda. Mesmo que seja apenas para ouvir. A tristeza excessiva e o isolamento são os sinais mais comuns. Se você conhece pessoas que começaram a mudar seu comportamento para esse, preste atenção. Ela pode estar passando por algo grave. Mudanças de hábitos de sono e alimentação, descuido pessoal e tratar de assuntos pendentes também são outros pontos de atenção. Pessoas com pretensão ao suicídio passam por essas alterações no comportamento. Por fim, temos a perda de interesses em atividades que antes tinham prazer. Isso é gerado pela tristeza intensa e vontade de se isolar. Por isso, devem ser levadas como um sinal também. Setembro Amarelo: como prevenir? A principal função da campanha do Setembro Amarelo é a prevenção do suicídio. Uma dessas formas é a disseminar de informações e incentivar as pessoas a perderem o preconceito. Estar depressivo pode acontecer com qualquer pessoa. Não é uma doença de “loucos” ou algo como “falta de Deus”. Precisamos tratar deste assunto tão sério de forma responsável. E, ouvir, é a melhor forma. Assim, converse com a pessoa que esteja dando esses sinais. Com uma abordagem acolhedora, humana e amigável. Afinal, a pessoa que chega nesse estágio já está desesperançosa com a resolução dos seus problemas. Por isso é importante demonstrar que ela não está sozinha e que pode contar com você. E, acima de tudo, de que há cura para isso. Incentive ela a procurar ajuda de profissionais como psiquiatras e psicólogos. Além disso, há serviços de emergência para esses casos. Como em hospitais e através do telefone 188 do Centro de Valorização da Vida. Dessa forma, com o Setembro Amarelo sendo reforçado por todos, conseguiremos reduzir o número de suicídios. Conscientizando e desmistificando os tabus envolta dessa doença. Continue lendo os conteúdos no nosso blog!
Varíola dos macacos: o que é, transmissão e prevenção

A Varíola dos Macacos é causada pelo vírus Monkeypox. O nome se deve ao primeiro caso, encontrado em um macaco na Dinamarca em 1958. Contudo, acredita-se que a sua origem veio dos roedores presentes na região da África Central. É uma zoonose viral, transmitida entre animais e humanos. O contágio pode acontecer entre roedores silvestres, pessoas ou materiais infectados. Por ser um assunto que está muito em alta, ele pode trazer dúvidas. Então, neste conteúdo, você vai saber tudo sobre a varíola dos macacos. Entenda o que é, quais são seus sintomas, transmissão e se há cura. Continue a leitura. O que é a varíola dos macacos? O vírus causa essa doença, transmitindo para animais e seres humanos. Diferente da covid-19, que os animais não pegam. Porém, hoje, o contágio já está acontecendo de pessoa para pessoa. Esse vírus e o que causa a varíola “comum” possuem uma semelhança de 90%. Porém, os sintomas são mais leves e tem uma letalidade baixa. Como sua primeira aparição foi nos anos 50, ela já é uma doença conhecida no mundo. Acredita-se que ela tenha voltado pois a vacinação contra a varíola foi interrompida em 1973 no Brasil – e nos anos 80 no mundo. Desde 2003 vem se registrando casos da varíola dos macacos em seres humanos por vários países. Mas sempre relacionado a pessoas que estiveram no continente africano. Em maio de 2022, os casos desta doença chegaram a quase 70 países. Com a transmissão de pessoa para pessoa fora da África, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública internacional. Sintomas Os sintomas acontecem em três etapas: Incubação; Início dos sintomas; Surgimento das lesões. Na primeira fase, a pessoa infectada não apresenta nenhum sintoma. Podendo ficar assim entre 5 a 21 dias. Já na segunda, que acontece entre o 7º e o 17º dia, começam a aparecer os primeiros sintomas. Por exemplo: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor de garganta, dor nas axilas e virilhas. E na terceira fase começam a surgir lesões na pele, de 1 a 3 dias depois do início dos sintomas. Principalmente na cabeça, nariz, testa, mão, pé e genitais, parecendo uma espinha. Então, as bordas das feridas começam a se elevar. E, por fim, caem deixando uma cicatriz na pele. Quando elas desaparecem, a pessoa deixa de transmitir o vírus. Para ter a confirmação de que você está infectado com a varíola dos macacos é preciso fazer um teste PCR de confirmação. Ele difere um pouco daquele realizado no caso da covid. Aqui, o cotonete pega material vital das lesões na pele. A Consultare é uma das poucas clínicas no Brasil que já está realizando esse teste. O resultado sai em poucos dias e você ainda garante aquele preço acessível. Caso tenha algum dos sintomas, basta vir até uma de nossas unidades. Transmissão Por ser um vírus de uma zoonose, ele pode ser transmitido entre humanos e animais. Assim, pode passar para uma pessoa através das secreções dos animais. Como gotículas de saliva ou respiração. Ou, então, por meio de mordidas ou arranhões de um animal infectado. A preparação e consumo de carne com o vírus podem transmitir também. Já a transmissão de pessoa para pessoa se dá pelo contato prolongado. Sendo passado por gotículas respiratórias por contato face a face longo ou íntimo. Além disso, toque nas feridas de alguém infectado, outros líquidos corporais ou roupas e lençóis contaminados podem passar o vírus. E a mulher grávida pode transmitir para o filho por meio da placenta. Há tratamento para a varíola dos macacos? A varíola dos macacos ainda não possui um tratamento específico. Mas, ela é passível de cura. Assim, quando os sintomas desaparecerem e a pele cicatrizar, a pessoa estará curada. Em alguns casos, o médico poderá indicar o uso de alguns medicamentos para ajudar, como antivirais. Na maioria dos casos, a doença passa sem quaisquer complicações. Entretanto, se o paciente sentir muita dor, talvez seja recomendado a internação para amenizar. Mesmo assim, a pessoa fica bem. De qualquer forma, é fundamental que a pessoa infectada fique em isolamento por completo, até o desaparecimento dos sintomas. Só assim, ela conseguirá evitar transmitir o vírus para mais pessoas. Lembrando, que essa doença pode ser transmitida de pessoa para animal. Por isso, cachorros e gatos domésticos podem se contaminar também. Prevenção As recomendações para se prevenir da varíola dos macacos são quase as mesmas da covid. Manter o uso de máscaras, álcool 70% e lavar constantemente as mãos. Caso saiba de alguém infectado, ou com suspeita, manter distanciamento e não compartilhar objetos de uso pessoal. Apesar de existir vacina para a varíola – que parou de ser aplicada em 1980 pela erradicação -, a alta demanda dela não consegue suprir a produção. O Brasil conseguiu comprar 50 mil doses. Mas serão destinadas para profissionais de saúde da linha de frente e pessoas do grupo de risco. Mesmo assim, é possível prevenir de se infectar com a varíola dos macacos apenas mantendo o distanciamento e se isolando em caso positivo. Apesar de ser uma doença que demora mais para passar, ela não tem complicações graves. Continue lendo nosso blog!
Nutricionista: qual sua importância e quando procurar este profissional?

A consciência de ter uma alimentação mais balanceada e saudável vem crescendo muito na população. Para apoiar, tirar dúvidas e elaborar um planejamento individual, é preciso se consultar com um nutricionista. Ter uma alimentação saudável afeta todos o nosso organismo, melhorando completamente a qualidade de vida. De acordo com a Conexa Saúde, entre janeiro e maio de 2021, o atendimento em telenutrição aumentou mais de 330%. Em comemoração ao Dia do Nutricionista, vamos falar mais sobre essa profissão. Entenda os campos de atuação, quando procurar uma consulta e sua importância. Continue a leitura. O que a nutricionista faz? Esse profissional da saúde é responsável pelo estudo, orientação e vigilância da alimentação e nutrição. Ajudando seus pacientes a adequar sua dieta com base numa avaliação nutricional. Assim, verificando os nutrientes que estão em falta e nas especificidades alimentares de cada um, é criado um plano alimentar. Sendo totalmente personalizadas para cada paciente, ajudando a ter uma vida mais saudável e diminuindo o risco de doenças. O nutricionista pode atuar na área da alimentação coletiva, preparando cardápios para restaurantes, empresas, escolas e hospitais. Além de trabalhar em clínicas, na indústria de alimentos, academias, secretarias da Saúde, pesquisas universitárias, etc. Auxiliando os pacientes na perda de peso, alimentação saudável, controle de qualidade e até desenvolvimento de produtos. E também naquelas dietas especiais para esportistas. Qualquer idade pode procurar um nutricionista. Pois esse profissional conseguirá ajudar na variação alimentar, respeitando os gostos e individualidades de cada um. Áreas de atuação Clínica Atuando em consultório, o nutricionista atende pessoas que desejam emagrecer, ter uma alimentação mais saudável ou já apresentam alguma doença. Como, por exemplo, diabetes, obesidade, hipertensão, etc. Com o acompanhamento correto, o paciente conseguirá manter um bom estado nutricional, reduzindo riscos dessas doenças. Além de auxiliar nas pessoas que vão ou já passaram por cirurgias bariátricas. Hospital O profissional que trabalha no hospital dá todo o suporte nutricional para os pacientes internados. Definem o cardápio das refeições, contendo todos os nutrientes necessários para cada pessoa. Indústria de alimentos Nesse setor, o profissional trabalhará com regulamentação dos alimentos, análise do processamento, controle de qualidade e fazer os informes técnico-científicos. Assim, realizando pesquisas, trabalhos laboratoriais, etc. Gastronomia O nutricionista pode trabalhar também cuidando da parte nutricional de cardápios nos mais diversos restaurantes. Assim, poderão oferecer todos os tipos de comidas aos seus clientes. A importância do nutricionista Todos precisam de macro e micronutrientes para manter seu organismo funcionando da melhor forma. Para isso, é preciso escolher os alimentos corretos. Já que ter uma alimentação saudável ajuda: Disposição e concentração; Perda de peso; Regula o intestino Melhora a qualidade do sono; Ganho de energia; Previne doenças. Afinal, consumir nutrientes com a quantidade certa de carboidratos, proteínas e minerais, aumenta a resposta imunológica do organismo. E leva mais energia para todo o corpo. Além disso, a pandemia trouxe uma necessidade ainda maior de cuidarmos de nós. Já que ter uma alimentação mais saudável ajuda a proteger nosso organismo de todas doenças. Quando procurar uma consulta? A principal procura deste profissional é para perda de pedo. A internet está cheia de dietas, que prometem emagrecimentos milagrosos, ou para ajudar na queda de cabelo, por exemplo. Porém, é muito importante frisar que não se deve compartilhar a sua receita com terceiros. Isso porque, cada pessoa tem suas particularidades alimentares e níveis corretos de nutrientes para seu biotipo. Por isso, consultar com um nutricionista é ter um cronograma alimentar totalmente personalizado. Assim, você irá ingerir a quantidade ideal para seu corpo e sua meta, seja ela qual for. Evitando fazer jejuns, que podem ser prejudiciais. Mas é importante ressaltar que dietas, não funcionam apenas comendo verduras. É preciso adaptar as refeições para pratos saudáveis, juntamente de exercícios. Pois, o sedentarismo também contribui muito para o ganho de gordura. Outros pacientes que devem se consultar com um nutricionista são os que sofrem de alguma doença. Por exemplo: os diabéticos, quem tem distúrbios alimentares, problemas digestivos ou obesos. É fundamental ir ao especialista antes de desenvolver alguma dessas doenças. Aproveitando que o nutricionista está mais acessível hoje, já que há uma grande procura pela vida saudável. A frequência das consultas vai depender de acordo com o histórico e objetivo de cada paciente. Visto que pessoas que fizeram ou irão fazer a cirurgia bariátrica devem ir mais vezes, comparados com alguém que está tentando ganhar massa muscular, por exemplo. A Consultare possui nutricionistas com a mais alta qualidade, prontos para te ajudar a entrar numa rotina saudável. Você pode agendar uma consulta aqui, e garantir os melhores preços. Dessa forma, consultar com um nutricionista beneficia não apenas numa possível dieta, mas um melhor funcionamento de todo o corpo. Evitando o cansaço e baixa imunidade. Continue lendo nossos conteúdos no blog!
Quando procurar um psicólogo?

Cuidar da saúde mental é tão fundamental quanto cuidar da parte física. E isso não significa procurar um psicólogo apenas quando está tendo uma crise de ansiedade. Através da psicologia, as pessoas conseguem ter consciência das próprias emoções. Isso ajuda na autoestima e na compreensão sobre si mesmo. Em comemoração ao Dia do Psicólogo, vamos abordar mais sobre a psicologia. Entenda como ela pode ajudar e quando é o momento de procurar um especialista. Continue a leitura. Leia também: Telemedicina. O que um psicólogo faz? A psicologia é a ciência que estuda comportamentos e processos mentais. Usando procedimentos sistemáticos e objetivos de observação, medição e análise, ela se apoia por interpretações teóricas e explicações. Assim, ela consegue lidar com as questões psicológicas, emocionais e comportamentais dos pacientes. Ajudando a superar conflitos do passado e restaurar o equilíbrio emocional. Bem como auxiliar no crescimento pessoal, profissional e emocional. A psicoterapia traz um ambiente de acolhimento e autoconhecimento. Portanto, é totalmente seguro e sigiloso, onde o paciente pode falar sem medo de julgamentos Dessa forma, são convidados a refletir sobre seus anseios, emoções e comportamentos para obter novas perspectivas. Porém, embora o psicólogo compartilhe orientações profissionais, ele não decide pelo paciente. Espera que o cliente decida mudar sozinho, com base nas novas reflexões. Por isso, esse profissional é indicado para todos. Desde crianças até adultos, que tenham dificuldades emocionais e/ou comportamentais. Afinal, por ser um campo da ciência que envolve o comportamento humano, a psicologia tem diversos braços. Os principais são: Psicologia clínica; Cognitiva; Do desenvolvimento; Evolucionária; Forense; Da saúde; Neuropsicologia; Ocupacional; Social. Quando procurar ajuda? O psicólogo atende não apenas aqueles que sofrem de algum nível de depressão ou ansiedade. Isso porque, muitas vezes sentimos medos, tristezas, raiva, angústia e até procrastinação constantemente. Além disso, algumas vezes, esses sentimentos passam a surgir sem que nós notemos os gatilhos que os desencadeiam. Assim, a terapia ajuda a entender o que causa nossa tristeza e como evitar num futuro. Pessoas que querem ajudar a se entender mais, compreender suas emoções, conseguem melhorar a qualidade de vida. Até porque, se não forem tratados, podem evoluir para algo mais grave. Mas como reconhecer os sinais para procurar ajuda? Confira. Emoções intensas É fato que algumas situações podem levar a reações e emoções mais intensas. Mas, observe quais frequências e intensidade. Se elas atrapalharem sua vida cotidiana, é hora de procurar ajuda. Dificuldades de relacionar Medo de ficar sozinho, ciúmes excessivos, controle ou carência podem indicar uma necessidade de realizar sessões terapêuticas. Já que, algumas vezes, nem entendemos o que estamos sentindo. Por isso, precisamos de um auxílio profissional. Para compreender de onde vem esses sentimentos e como não deixar com que eles atrapalhem nossa vida. Traumas Acidente, perda ou separação podem gerar grandes traumas psicológicos. Isso faz com que a pessoa desenvolva mecanismos de defesa não saudáveis. Para tentar afastar o pensamento e evitar que a situação se repita. Mas acaba moldando seu comportamento, sentimento e pensamento em cima desse trauma. Afetando toda sua vida de forma negativa. Por isso, nesses casos, o tratamento deve ser iniciado rapidamente. As sessões com o psicólogo irão ajudar a amenizar esse sofrimento e para-lo. Desmotivação Muitas vezes nos sentimos desmotivados e tristes. O que pode nos impedir de realizar algumas tarefas. Inclusive naquelas atividades de que gostamos. Sentimos vontade de nos isolarmos, dormir e nem sair da cama. Algumas vezes, podem afetar o rendimento no trabalho também. Esses são sintomas pode ser de um início de depressão. Por isso, a terapia se faz fundamental. Sintomas físicos O corpo nos alerta de muitas dificuldades sentimentais que passamos. O estresse desencadeia sintomas físicos. Por exemplo, dores musculares, de cabeça, taquicardia ou gastrite. Assim, muitos deles apresentam forte ligação com nosso emocional. Por isso, a necessidade de procurar um tratamento adequado, mesmo quando você sente que “esses sinais não são nada”. Saiba o que o clínico geral faz. Diferença do psicólogo para o psiquiatra Como vimos, o psicólogo cuida do comportamental e social. Já o psiquiatra é o médico da mente, ajudando na parte fisiológica e química que envolve as emoções. Dessa forma, esse profissional é responsável por compreender a doença e ajudar no tratamento com remédios. Assim, com base na medicina e na farmacologia, ele restabelece o equilíbrio hormonal e químico do cérebro. Enquanto o psicólogo ajuda a identificar e tratar por meio de técnicas de conversação. Sendo que elas podem variar, de acordo com a abordagem que o profissional escolher. A Consultare possui consultas com psicólogos e psiquiatras excelentes. Prezando pelo seu bem-estar físico e mental, com consultas acessíveis. Agende sua sessão hoje mesmo. Dessa forma, não deixe de procurar ajuda de um psicólogo, caso sinta que suas emoções e comportamentos não estejam normais. Apenas com o acompanhamento e tratamento correto você conseguirá melhorar a sua qualidade de vida. Continue lendo mais conteúdos no nosso blog!
O avanço da telemedicina

Além dos avanços da tecnologia, a pandemia trouxe um destaque ainda maior para a telemedicina. Cada vez mais sendo utilizada pela população e, também, pelos médicos. Assim, conseguem fazer uma avaliação do paciente de forma simples e ágil. Essa é uma área médica de atendimento remoto ao paciente. Tornando a saúde acessível para todos, em qualquer hora e lugar. Dessa forma, é possível realizar consultas e exames, além de apoio a outros médicos. Neste conteúdo, você vai saber o que é telemedicina, como ela funciona e quais são suas vantagens. Além disso, veja a diferença com o termo “telessaúde”. Continue a leitura. Veja também: Consulta médica online. O que é telemedicina? A telemedicina abrange toda área médica que é feita à distância. Desde consultas e exames com pacientes, até troca de informações e ajuda entre os especialistas. Teve sua origem em Israel, mas hoje é muito utilizada nos Estados Unidos, Canadá e Europa. No Brasil, ela já vem sendo utilizada por hospitais desde 2019, como o Albert Einstein. Em 2021, mais de 70% das instituições médicas já ofereciam esse serviço. Assim, a tecnologia utilizada evoluiu muito nos últimos anos. Hoje os meios de comunicação entre médico e paciente podem ser através do telefone e, principalmente, pela internet. As videoconferências através de computadores, tablets e smartphones ampliaram muito o campo da telemedicina. Com isso, fica muito mais simples monitorar e atender pacientes. Além de interpretar exames, fazer laudos, receituários, etc. Porém, não é apenas para o auxílio dos pacientes que a telemedicina serve. Clínicas e hospitais podem fazer trocas de informações entre os médicos. Sendo possível compartilhar laudos, diagnósticos e exames de forma rápida e eficiente. Assim, os serviços médicos podem ser levados a qualquer lugar. Aumentando as chances de um diagnóstico mais correto e tornando mais acessível o atendimento. Por exemplo, já foram realizadas cirurgias com um médico por teleconferência, auxiliando o outro. Dessa forma, é possível conseguir um especialista de maneira virtual. Seja de qualquer parte do país ou do mundo. E com a pandemia, o avanço da telemedicina foi significativo. Houve regulamentação e legislação sobre essas práticas. Além de ajudar a desafogar os hospitais. Principalmente para aquelas pessoas que estavam com sintoma e não queriam correr o risco de infectar outros. Mas, também, por idosos e pacientes com difícil locomoção que precisavam continuar seus tratamentos. Como funciona? A telemedicina funciona através de softwares, equipamentos digitais, internet e especialistas qualificados. Entretanto, de acordo com a regulamentação do Conselho Federal de Medicina (CFM), é preciso que as plataformas assegurem a privacidade do paciente. Dessa forma, a clínica, consultório ou hospital precisa de um prontuário eletrônico com certificação de segurança NGS-2. Sendo esse, emitido pela pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e o CFM. Além disso, o CFM põe como regra que o médico só atue dentro do estado que estiver. E, ainda, tenha adquirido a assinatura digital junto à Receita Federal. O paciente também precisa assinar um termo de consentimento do atendimento remoto. Podendo ser por vídeo ou documento enviado. Com todos os documentos corretos, a consulta se dá por videochamada entre o médico e o paciente. Utilizando softwares e plataformas próprias para o atendimento clínico, é possível fazer laudos, criar receituários e prontuários. Eles são enviados por e-mail ou SMS. Leia mais sobre o check-up médico. Vantagens da telemedicina A telemedicina nasceu com o objetivo de tornar o atendimento médico mais acessível. Como não é necessário o deslocamento, ela quebra barreiras geográficas, levando a saúde para mais pessoas. O paciente não precisa sair de sua casa. Evitando se contaminar ou criar problemas quanto à sua locomoção. Para os médicos, leva a possibilidade de ampliar seus conhecimentos, com opiniões de outros especialistas, não importa onde estejam. Fazendo com que o diagnóstico seja mais assertivo. Além disso, traz a possibilidade de um monitoramento maior do paciente. Principalmente para doenças crônicas, idosos ou gestantes. Assim, a telemedicina se mostra mais confiável, barata, prática e acessível. Tanto para os pacientes, quanto para os médicos. Telemedicina ou telessaúde? A diferença entre a telemedicina e a telessaúde é que a segunda engloba mais serviços. Por exemplo, a teleducação, investigação telepidemiológica, redes de administração e gestão em saúde. Sendo assim, a telessaúde é o conjunto de diversos serviços médicos à distância que utilizam Tecnologias da Informação e Comunicação. E a telemedicina é apenas um desses, onde utiliza softwares e plataformas para laudos online. A Consultare oferece diversas especialidades no modo da telemedicina. Você pode se consultar com, por exemplo, cardiologista, dermatologistas, neurologistas ou urologistas de forma online. Contando sempre com os melhores preços e atendimento de qualidade. Além disso, possuímos a coleta de exames e vacinas em domicílio. Levando mais praticidade para você. Dessa forma, a telemedicina consegue auxiliar o paciente em várias situações. Além de ser uma ótima ferramenta para os médicos trocarem informações sobre diagnósticos. Continue lendo nosso blog.
Pequenas cirurgias: o que são e quando é indicado

Para procedimentos mais simples, os médicos recomendam pequenas cirurgias. Isto é, são bem menos invasivas e tem um pós-operatório muito mais simples, sem tantas restrições. Além disso, o paciente já é liberado no mesmo dia. Eles também podem ser chamados de cirurgias ambulatoriais. Por isso, não precisam ser realizadas numa sala de cirurgia como estamos acostumados a ver. Bem como, podem ser feitas sob anestesia local, com menos de uma hora de duração – em média. Neste conteúdo, vamos explicar o que são pequenas cirurgias, quais são elas e quando são indicadas. Além disso, confira a lista de procedimentos que você pode fazer aqui na Consultare. Continue a leitura. O que são pequenas cirurgias? As pequenas cirurgias, ou cirurgias ambulatoriais, são procedimentos de menor complexidade. Por isso não precisam de uma estrutura completa como uma sala cirúrgica. Sendo assim, podem ser realizadas apenas sob anestesia local e sem a necessidade de internação. A maioria delas dura menos de uma hora no total. Então, o paciente apenas fica em observação algumas horas após o procedimento e depois é liberado para casa. Igualmente é o pós-operatório, que não há tantas restrições. Só para ilustrar, na maioria das cirurgias, o retorno às atividades rotineiras é bem rápido – dependendo do local onde foi realizada a cirurgia. Os pontos podem ser retirados de 6 a 14 dias após o operatório. Mas, é preciso lembrar-se de manter os cuidados gerais com a cicatriz. Bem como seguir todas as recomendações médicas. Quando é indicado realizar? Normalmente, as pequenas cirurgias são recomendadas para fins estéticos, reparadores, terapêuticos ou de diagnóstico. Por exemplo, são realizadas a retirada de verrugas, pintas, cisto sebáceo, biópsia, drenagem, entre outros. Sendo essas, divididas em: Retirada de pequenas lesões: remover algum o tecido lesionado; Correção de pequenas cicatrizes; Correção de unha encravada, lóbulo de orelha e a fimose; Tratamento de feridas menores: pequenas lesões traumáticas, queimaduras, aberturas de pontos de cirurgias anteriores, abscessos, hematomas menores, etc. Mesmo que as pequenas cirurgias sejam de menor complexidade é necessário passar por um médico antes. Assim, ele poderá avaliar a lesão ou ferida e decidir pelo melhor procedimento para a retirada. Além disso, vale lembrar que apenas médicos podem realizá-las. Dessa forma, fica assegurado a sua segurança durante todo o procedimento. Assim, ele também te ajudará no pós-operatório e nos próximos passos, em caso de biópsia. Lista de pequenas cirurgias realizadas na Consultare Ademais as pequenas cirurgias que exigem uma anestesia local, a Consultare também realiza procedimentos menos invasivos. Assim também podem ser por estética, de diagnóstico ou reparadores. Confira a lista com alguns deles: Aspiração no ouvido; Avaliação audiológica básica; Biópsia de lesões de pele; Bloqueio cervical; Cauterização química; Colonoscopia; Criocirurgia – Nitrogênio; Curativo otológico; Curva tensional diária; DIU; Drenagem de abscesso cutâneo, de unha e furúnculo; Eletrocoagulação de lesões cutâneas ou urológica; Exame do campo visual; Manobra de Epley; PAC; Paquimetria; PEATE; Peeling químico; Postectomia; Remoção de lesões, unha, cisto; Retinografia; Retirada de corpo estranho na pele; Teste da orelinha; Topografia de córnea; A Consultare possui uma sala cirúrgica especializada para realizar as pequenas cirurgias. Além disso, a Consultare também faz outras cirurgias. Entretanto, essas são realizadas em hospitais parceiros e/ou credenciados, com toda a qualidade e segurança das nossas clínicas. Sendo elas: Ginecológica e Obstetra; Plástica; Otorrinolaringológica; Oftalmológica; Urológica; Ortopédica; Cirurgia Geral; Vascular. Você pode conferir mais informações no nosso site sobre as pequenas cirurgias que são realizadas. Ou então, agendar uma consulta com um profissional. Assim, seja para procedimentos ou cirurgias pequenas é necessário passar por uma avaliação médica. Bem como seguir as recomendações do pós–operatório. Continue lendo nosso blog!